Minha foto
Praia do Francês - Marechal Deodoro, Alagoas, Brazil
Escritor, Poeta e Analista Republicano das Ciências Políticas e Sociais |||

12/08/2011

Realizada Conferência Municipal do PCdoB de Batalha


Alagoas Conferência Municipal do PCdoB em Batalha

Aconteceu no domingo (17) a Conferência Municipal do PCdoB de Batalha, na sede da AABB no município, com a presença de membros da direção estadual do partido.
Geraldo Alexandre, o Géo, presidente do PCdoB de Batalha, declarou abertos os trabalhos da Conferência Municipal, pedindo a Sinval Costa, representando a Comissão Executiva de Organização e a direção estadual do PCdoB-AL, que dirigisse os trabalhos da Conferência.

Presentes também na conferência Gerivaldo Pontes, dirigente estadual do PCdoB-AL e presidente da CTB-AL, Alexandre Viana, vereador do PCdoB de Batalha, Mário Cesar, presidente da Câmara de Vereadores de Batalha e pré-candidato a prefeito do município.

Sinval Costa falou da satisfação de vir mais uma vez acompanhar uma Conferência Municipal do PCdoB de Batalha, contando que a primeira vez havia sido há quase quatro anos, em 2008, quando da fundação e constituição do Comitê Municipal do PCdoB de Batalha. Um Partido novo no município e em processo de encontrar uma direção sólida, que venha dirigir de fato o Partido concretamente, com reuniões de sua direção discutindo principalmente política que é o que nos interessa discutir, e a construção do projeto político do Partido para Batalha.

Ele falou das duas ferramentas imprescindíveis que o Partido coloca em nossas mãos, o Programa Socialista para o Brasil e os Estatutos do PCdoB. Destacou a tarefa de debatê-los amplamente com a sociedade, de divulgar, mostrar ao povo brasileiro, alagoano, à população de Batalha, mostrar que nosso Partido tem projeto para o Brasil, para Alagoas e para Batalha.

Sinval afirmou ainda que os Estatutos do PCdoB e o Programa Socialista para o Brasil servem de bússola para nos orientar e serve como instrumento de trabalho para organizar e dirigir o Partido, destacando que temos a responsabilidade com dirigentes, de dirigir de fato o Partido.

Foi eleita a nova direção municipal do PCdoB em Batalha, e os delegados à Conferência Estadual do PCdoB-AL a ser realizada em 10 de setembro em Maceió.

A nova direção municipal passa a ser composta por Alexandre Viana como presidente, Damião Lima como vice-presidente, Luciano Viana como secretário de Organização, Romecy Júnior como secretário de Finanças, Esmeraldino Marques como secretário Sindical, Adriano Viana como secretário de Juventude, Aline Silva como secretária da Mulher e Donizete Freitas como secretário de Comunicação.

De Maceió, Selma Villela

01/08/2011

Claudia Petuba: “Latinamente ser, livremente estar, brasileiramente amar”

TEXTO ORIGINAL DA ENTREVISTA CONCEDIDA POR CLAUDIA PETUBA NO BLOG DO SORRENTINO

Conheci Cláudia Petuba pessoalmente, afinal. Foi em Alagoas, recentemente. Mas seu nome me assombrava há tempos: ela tinha tudo para estar aqui no blog com vocês. Pessoa cativante, jovem, inteligente, bela e de enorme consciência. Um patrimônio para o PCdoB, Alagoas e Brasil. Alguém que precisa estar na tela do radar do futuro do PCdoB.
O que me impressionou, inicialmente, foi o quanto ela já venceu etapas: bacharel em Direito FAA e estudante de Administração EAD UFAL. Militante do movimento estudantil. Coordenadora Geral do DCE UFAL e Diretora da UNE em AL. Membro da Direção Estadual da União da Juventude Socialista – UJS e do Comitê Estadual do PCdoB. Quer dizer, aos 22 anos (podia ser dito?), já está cursando uma pós-graduação latu sensus em Direito Público, em breve tentará entrar num mestrado strictu sensus) e ainda foi candidata do PCdoB a deputada federal.
Quer dizer, alguém excepcional na capacidade de sintonizar os problemas da juventude e da sociedade para transformá-los em correntes de ação transformadora.
Acompanhem esta conversa.com Cláudia Petuba. Você conhecerá melhor ainda a ela no blog que ela mantém:claudiapetuba.blogspot.com
Quem é você, Cláudia Petuba? Quer dizer, como você chegou a ser quem é…
Sou uma jovem alagoana, com muitos anseios e desejos, amo o meu país, meu estado, vejo a vida com simplicidade, encontrei-me na política, sou amante e defensora da liberdade, não me conformo com injustiças. Gosto de ler, estar na companhia dos amigos, ver e jogar futebol – no ataque, fazendo gols de preferência. A letra da música “Canto do chão”, composta por artistas alagoanos na década de 80 traduz bem a essência da minha vida: “Latinamente ser, livremente estar, brasileiramente amar”. Os fatos que aconteceram na vida, nada de extraordinário, naturalmente me fizeram ser o que sou, uma pessoa simples e descomplicada.
A família e seu entorno tiveram que papel nessa trajetória? Como é tua família? O sobrenome é de Alagoas mesmo?
Minha família é enorme, unida e divertida. Toda ela, assim como eu, é de Arapiraca, a segunda maior cidade do estado, localizada no agreste, a muitas gerações vive na mesma região. Logo, imagino que os sobrenomes estranhos (Claudia Aniceto Caetano Petuba) tenham se originado por aqui mesmo, minha pesquisa para tentar descobrir sua origem foi mal sucedida. Sempre escutei muitas piadas por causa deles (os sobrenomes), em especial na infância, mas sempre achei muito legal ter um sobrenome diferente. Depois que o “Petuba” ficou mais em evidência, sempre perguntam se é por que eu perturbo muito, antes que alguém por aqui também pergunte, digo logo que não (hehehe)! Minha família me inspira muito, meus avós maternos foram criados e formaram sua família na zona rural, tirando o sustento da terra, minha mãe e meus tios foram criados na roça, batalharam muito para concluir os estudos, a maioria deles só o conseguiram depois do casamento, a parte paterna também, mas enfrentou tudo na zona urbana. Mas hoje, orgulhosamente, tenho tios professores, motoristas, médico, uma mãe pedagoga e um pai bancário, que incentivam muito os estudos das novas gerações. Toda ela floresceu sob dois princípios que hoje também me norteiam: solidariedade e honestidade. Falei muito, mas você foi perguntar logo da família, não poderia falar pouco! Hehehe…
Você sempre se destacou nos estudos?
Eu sempre fui uma aluna esforçada, sempre gostei de me dedicar aos estudos, no entanto nunca fui a “CDF” (apelido dado para o mais estudioso da turma – Crânio De Ferro) – a mais aplicada da turma -, mas sempre fui muito curiosa para ler e conhecer coisas para além da escola, sobre o Brasil e o mundo. Como falei anteriormente, minha família sempre incentivou os estudos e cobrava boas notas (como meu pai era constantemente transferido no emprego, estudei em várias escolas diferentes e em todas elas minha mãe era, em disparada, a que mais freqüentava a escola, procurando saber como iam os estudos meu e dos meus irmãos e para dar palpite sobre a escola) não com rigidez e sim com um bom diálogo. Meus irmãos e eu nunca tivemos problema em casa por tirar notas abaixo da média, meus pais procuravam saber o que acontecia e procuravam ajudar. Enquanto muitos amigos que também tiveram oportunidade de chegar ao ensino superior pensavam se iriam continuar os estudos ou não e optaram por parar, sair da escola e ir direto para o ensino superior sempre foi colocada pela minha família como a ordem natural das coisas. Assim, em dezembro de 2005 conclui o ensino médio e em fevereiro de 2006 iniciava o curso de direito numa faculdade particular e seis meses depois começava o de administração numa universidade pública.
Como você fez as opções profissionais? Não tem sido tão comum militância política ao lado de rigor na formação profissional… Acho isso um enorme patrimônio para a vida.
Passei a minha infância pensando que seria arquiteta, a adolescência jurando que iria ser jornalista, mas na última semana de inscrição do vestibular uma professora fez uma dinâmica/brincadeira na sala de aula para indicar nossas afinidades profissionais e resultou que eu faria direito: no primeiro dia não gostei, pensei que a professora tinha feito uma brincadeira sem graça; no segundo a dúvida começou a surgir, no terceiro eu fui falar com o meu pai “será?”, acabou que foi! Não poderia ter sido outra a primeira escolha, não sei como nunca havia pensado nisso, sou apaixonada por direito. Secundariamente crescia a vontade de também estudar administração, que acabei efetivando poucos meses depois de iniciar o primeiro curso. Comecei a militar no movimento estudantil logo no início do curso e a cada semestre me envolvia mais, no começo ficava meio atrapalhada, mas rapidamente, com um pouco de disciplina a conciliação entre os estudos e a militância vieram com tranqüilidade. Como o militante muitas vezes precisa dormir mais tarde e acordar mais cedo por causa de atividade e tarefas para cumprir, às vezes é necessário fazer o mesmo para cumprir a rotina de estudos. No período das eleições de 2010 pensei em trancar a faculdade, estava no décimo e último período de direito, mas eu pensei: militei até agora e estudei, vou continuar conseguindo. Ausentei-me da sala de aula até o dia da eleição, depois voltei com tudo, dedicação total de outubro a dezembro; descansando pouco consegui estudar, fazer todas as provas e o TCC/Monografia, deu tudo certo! Entreguei o TCC no prazo certo e colei grau junto a minha turma. Sem dúvida alguma, a militância contribuiu e continua contribuindo muito para a minha formação. A maioria das Instituições de Ensino Superior do país têm uma visão exclusivamente academicista, querem apenas formar um profissional – e ainda assim muitas vezes deixam a desejar – focando apenas na concorrência no mercado de trabalho, sem considerar que o estudante está inserido num contexto social que também deve ser atentado. Tive a oportunidade de estudar no ensino público e privado, as diferenças são gritantes em vários aspectos. É urgente a necessidade da regulamentação do ensino privado e expansão da rede pública, ambos precisam de efetividade em aspectos qualitativos.
Consciência política mesmo veio como? Como você chegou à UJS e ao PCdoB? Teve apoios e influências?
Não sei bem como veio, desde que me entendo por gente eu gosto de ler e ver jornal, saber o que acontecia no resto do Brasil e do mundo, assistir aos guias eleitorais, falar sobre assuntos considerados “sérios” para as crianças. Lembro que quando tinha 8 ou 9 anos estava no carro com meu pai e ele reclamava que a estrada estava cheia de buracos (que por sinal continua até hoje), na hora eu respondi que ele não se preocupasse que um dia eu iria me candidatar e resolveria o problema; não sei de onde saiu aquela idéia, na minha família ninguém nunca havia se candidatado a nenhum cargo, sequer alguém havia se filiado a algum partido, na minha rotina não escutava nada sobre política, mas aquilo me encantava. Só fui relembrar desse fato durante a campanha do ano passado, que eu não imaginava que disputaria. Sempre fui metida a ser representante de turma, quando estudava sobre história e via o papel e conquistas do movimento estudantil, lamentava não ter tido a oportunidade de participar de algo tão grandioso e importante liderado por jovens. Na faculdade, no início do curso, alguns estudantes de outra instituição passaram na minha sala numa campanha para organização de CA’s, foi empolgante escutar aquelas falas, saber o que era um CA e que o movimento estudantil ainda existia, ajudei a fundar o Centro Acadêmico do meu curso e entrar em contato com outros CA’s. Atuava de maneira independente, embora tivesse contato com alguns grupos de juventude e do movimento estudantil e juventude de alguns partidos, tinha acabado de tirar meu título de eleitor e estudava o programa de alguns partidos, queria conhecer melhor a política partidária. Mas a postura e atuação dos militantes da UJS e do PCdoB se assemelhavam mais às minhas, até que fui para o Congresso da UNE de 2007: fiquei impressionada com a grandiosidade e organização da UNE, do movimento estudantil e da UJS, pensava no porque de não ter vivenciado aquilo antes. O congresso e as propostas me fizeram enxergar o quanto a minha vida e os meus sonhos eram limitados, que eu poderia e deveria ser mais ousada, poderia fazer muito mais, não só por mim, mas pela educação e pelo Brasil, pois os desafios e as demandas eram muito grandes. Alguns meses depois me filiei a UJS e pouco depois ao PCdoB. Comecei a entender muita coisa que eu sentia e não entendia, a desigualdade social me incomodava muito, comecei a descobrir como poderia ajudar. Militando na UJS e no PCdoB a verdadeira Cláudia que estava escondida dentro de mim foi desabrochando. Meu pai sempre compreendeu e apoiou minha militância, isso me ajudou muito, e a poucos meses ele também virou um “militante de carteirinha”.
Tua campanha foi enormemente motivadora. Qual foi o segredo dela?
Foi pensada, organizada e desenvolvida com muita vontade e garra, não apenas minha, mas de toda a militância que se envolveu. A campanha foi tocada por uma galera jovem, que se deparou com a pouca ou nenhuma experiência e muitas dificuldades e soube responder a tudo muita energia, alegria e animação. Ficamos orgulhosos do que fomos capazes de fazer. Em Alagoas a batalha eleitoral é muito intensa, com muitos resquícios de coronelismo, com poucas famílias se perpetuando e dominando a política, economia e meios de comunicação. Mostrar que é possível fazer uma campanha eleitoral diferente disso, que há alternativas políticas já é motivador. As desigualdades são profundas em Alagoas, mais de 60% da população vive na pobreza ou miséria; um estado rico, mas riqueza concentrada nas mãos de poucos. Saber que a mudança desse cenário é possível com uma política acertada é ainda mais estimulante.
Juventude brasileira: um tesouro que você integra. O que você pensa ser o maior a ser superado na tua atual geração?
São muitos os desafios, ajudar a consolidar a democracia no Brasil e garantir o seu desenvolvimento são desafios que todos os brasileiros têm, mas acredito que os jovens tomam muito pra si essa responsabilidade de ajudar o Brasil a se desenvolver, distribuir renda, criar mais oportunidades. E a educação tem um enorme peso nesse processo, um ponto determinante é universalizar o acesso a rede pública de ensino básico, fundamental, médio, superior e pós-graduação, ambos precisam ser expandidos com muita qualidade, o povo precisa ser educado para poder ter uma liberdade real.
Amor ao Brasil, essa é uma marca do PCdoB, ao lado do compromisso com o povo trabalhador e o socialismo. Como você se situa neste momento com respeito a isso?
Muito me orgulha fazer parte de um partido que compartilha do mesmo amor que tenho pelo Brasil. O Brasil passa por mudanças importantes no campo político, econômico e social, vem consolidando avanços e procurando crescer ainda mais. O Partido também se desenvolve, posiciona-se muito bem neste cenário, faz corretas avaliações e renova-se com muita originalidade. Apoiar Lula desde a sua primeira candidatura e ajudar a construir o governo Dilma, que avança no desenvolvimento, são provas disso; o Projeto Nacional de Desenvolvimento trás muitos elementos para seguir nesse sentido. O crescimento do Partido é sequencial, enorme e se dá qualitativamente, ainda estamos muito longe de vivermos num país socialista, mas estamos no caminho certo. Fico feliz em fazer parte e poder ajudar a construir o projeto político do partido, que continua na defesa do trabalhador e alicerçando o socialismo no Brasil, tenho certeza que continuará por outras dezenas de anos (em breve poderemos dizer centenas de anos).
Mas pergunto: partidos políticos estão sob enorme pressão desmoralizadora. Quando você expõe tua opção política, o que é que você mais ouve na juventude? E o que você responde?
Os jovens e não jovens estranham, estranhavam ainda mais antes de ser candidata a deputada federal, o fato de ser jovem e ser filiada e atuar num partido político. As pessoas sempre ficavam curiosas para entender o porquê de estar filiada, se eu ainda acreditava que a política mudaria e se me achava capaz de contribuir com uma mudança positiva. Sempre respondi essas perguntas com muito otimismo, procurando animar essas pessoas que muitas vezes já estavam desacreditadas. No senso comum todos que se filiam a algum partido são interessados numa candidatura nas eleições institucionais, muitas pessoas têm dificuldade para compreender que existe uma militância partidária independente das eleições. Gosto de provocar as pessoas a se questionarem o porquê das tentativas em desmoralizar os partidos, o que acontece com grande influência da mídia. Nas minhas respostas procuro, sinteticamente, claro, esclarecer a luta de classes que ocorre independente da vontade de um indivíduo e que a atuação num partido político que defende questões maiores que apenas uma eleição ou outra é a saída. A classe que detêm o maior número de pessoas precisa também ocupar os espaços de poder, no momento a via eleitoral é o principal caminho a ser trilhado nesse sentido. Gosto de finalizar dizendo que acredito na política e nos partidos políticos e que elas deveriam acreditar também.
Jovem, mulher, logo mais trabalhadora. Você é prototípica do presente e futuro da maioria do povo do Brasil. Onde você imagina estar em cinco e dez anos, no plano pessoal, social-profissional e político? Vale sonhar…
Sinceramente não sei bem onde me imagino ou gostaria de estar num futuro a médio ou longo prazo, prefiro até não planejar, já tive muitas boas surpresas com o curso que minha vida vem tomando, muitas expectativas superadas. Sou muito feliz e posso dizer que aos 22 anos estou contente com o meu rendimento. Sei que num futuro próximo, quem sabe já no ano que vem (2012), espero concretizar minha enorme vontade e desejo de ser professora universitária e consolidar uma candidatura vitoriosa para a Câmara de Vereadores de Maceió. Em 10 anos gostaria de estar casada, quem sabe com filhos, dar aulas em universidades, não sei bem onde, mas espero já estar com muito serviço prestado para o meu Brasil e seu povo trabalhador.

Obrigado, Cláudia, os leitores vão amar a entrevista. Quem sabe meu blog entre na lista dos teus blogs recomendados também (rsrs)
Conheci Cláudia Petuba pessoalmente, afinal. Foi em Alagoas, recentemente. Mas seu nome me assombrava há tempos: ela tinha tudo para estar aqui no blog com vocês. Pessoa cativante, jovem, inteligente, bela e de enorme consciência. Um patrimônio para o PCdoB, Alagoas e Brasil. Alguém que precisa estar na tela do radar do futuro do PCdoB.
Fonte:
http://www.waltersorrentino.com.br/2011/08/
Posted by waltersorrentino on 1st agosto 2011

Claudia Petuba diz" campanha eleitoral em Alagoas tem muitos resquícios de coronelismo"

Aos 22 anos ela nasceu em Arapiraca tem uma meta para 2012 ser vereadora pelo PC do B em Maceió
A comunista Cláudia Petuba, que foi candidata a deputada federal pelo PC do B nas eleições de 2010, disse "em Alagoas a batalha eleitoral é muito intensa, com muitos resquícios de coronelismo, com poucas famílias se perpetuando e dominando a política, economia e meios de comunicação."
Para ela, mostrar que é possível fazer uma campanha eleitoral diferente disso, que há alternativas políticas já é motivador. As desigualdades são profundas em Alagoas, mais de 60% da população vive na pobreza ou miséria; um estado rico, mas riqueza concentrada nas mãos de poucos. Saber que a mudança desse cenário é possível com uma política acertada é ainda mais estimulante.
Ela nasceu na cidade de Arapiraca, considera muito feliz e posso dizer que aos 22 anos estou contente com o meu rendimento.
Sobre o seu futuro politico, Claudia Petuba, revelou "Sei que num futuro próximo, quem sabe já no ano que vem (2012), espero concretizar minha enorme vontade e desejo de ser professora universitária e consolidar uma candidatura vitoriosa para a Câmara de Vereadores de Maceió."
Em 10 anos gostaria de estar casada, quem sabe com filhos, dar aulas em universidades, não sei bem onde, mas espero já estar com muito serviço prestado para o meu Brasil e seu povo trabalhador, comentou ela.
Veja o quanto ela já venceu etapas: bacharel em Direito FAA e estudante de Administração EAD UFAL. Militante do movimento estudantil. Coordenadora Geral do DCE UFAL e Diretora da UNE em AL. Membro da Direção Estadual da União da Juventude Socialista – UJS e do Comitê Estadual do PCdoB. Quer dizer, aos 22 anos (podia ser dito?), já está cursando uma pós-graduação latu sensus em Direito Público, em breve tentará entrar num mestrado strictu sensus) e ainda foi candidata do PCdoB a deputada federal.
Quem é você, Cláudia Petuba? Quer dizer, como você chegou a ser quem é…
Sou uma jovem alagoana, com muitos anseios e desejos, amo o meu país, meu estado, vejo a vida com simplicidade, encontrei-me na política, sou amante e defensora da liberdade, não me conformo com injustiças. Gosto de ler, estar na companhia dos amigos, ver e jogar futebol – no ataque, fazendo gols de preferência. A letra da música “Canto do chão”, composta por artistas alagoanos na década de 80 traduz bem a essência da minha vida: “Latinamente ser, livremente estar, brasileiramente amar”. Os fatos que aconteceram na vida, nada de extraordinário, naturalmente me fizeram ser o que sou, uma pessoa simples e descomplicada.
A família e seu entorno tiveram que papel nessa trajetória? Como é tua família? O sobrenome é de Alagoas mesmo?
Minha família é enorme, unida e divertida. Toda ela, assim como eu, é de Arapiraca, a segunda maior cidade do estado, localizada no agreste, a muitas gerações vive na mesma região. Logo, imagino que os sobrenomes estranhos (Claudia Aniceto Caetano Petuba) tenham se originado por aqui mesmo, minha pesquisa para tentar descobrir sua origem foi mal sucedida. Sempre escutei muitas piadas por causa deles (os sobrenomes), em especial na infância, mas sempre achei muito legal ter um sobrenome diferente. Depois que o “Petuba” ficou mais em evidência, sempre perguntam se é por que eu perturbo muito, antes que alguém por aqui também pergunte, digo logo que não (hehehe)! Minha família me inspira muito, meus avós maternos foram criados e formaram sua família na zona rural, tirando o sustento da terra, minha mãe e meus tios foram criados na roça, batalharam muito para concluir os estudos, a maioria deles só o conseguiram depois do casamento, a parte paterna também, mas enfrentou tudo na zona urbana. Mas hoje, orgulhosamente, tenho tios professores, motoristas, médico, uma mãe pedagoga e um pai bancário, que incentivam muito os estudos das novas gerações. Toda ela floresceu sob dois princípios que hoje também me norteiam: solidariedade e honestidade. Falei muito, mas você foi perguntar logo da família, não poderia falar pouco! Hehehe…
Consciência política mesmo veio como? Como você chegou à UJS e ao PCdoB? Teve apoios e influências?
Não sei bem como veio, desde que me entendo por gente eu gosto de ler e ver jornal, saber o que acontecia no resto do Brasil e do mundo, assistir aos guias eleitorais, falar sobre assuntos considerados “sérios” para as crianças. Lembro que quando tinha 8 ou 9 anos estava no carro com meu pai e ele reclamava que a estrada estava cheia de buracos (que por sinal continua até hoje), na hora eu respondi que ele não se preocupasse que um dia eu iria me candidatar e resolveria o problema; não sei de onde saiu aquela idéia, na minha família ninguém nunca havia se candidatado a nenhum cargo, sequer alguém havia se filiado a algum partido, na minha rotina não escutava nada sobre política, mas aquilo me encantava. Só fui relembrar desse fato durante a campanha do ano passado, que eu não imaginava que disputaria. Sempre fui metida a ser representante de turma, quando estudava sobre história e via o papel e conquistas do movimento estudantil, lamentava não ter tido a oportunidade de participar de algo tão grandioso e importante liderado por jovens. Na faculdade, no início do curso, alguns estudantes de outra instituição passaram na minha sala numa campanha para organização de CA’s, foi empolgante escutar aquelas falas, saber o que era um CA e que o movimento estudantil ainda existia, ajudei a fundar o Centro Acadêmico do meu curso e entrar em contato com outros CA’s. Atuava de maneira independente, embora tivesse contato com alguns grupos de juventude e do movimento estudantil e juventude de alguns partidos, tinha acabado de tirar meu título de eleitor e estudava o programa de alguns partidos, queria conhecer melhor a política partidária. Mas a postura e atuação dos militantes da UJS e do PCdoB se assemelhavam mais às minhas, até que fui para o Congresso da UNE de 2007: fiquei impressionada com a grandiosidade e organização da UNE, do movimento estudantil e da UJS, pensava no porque de não ter vivenciado aquilo antes. O congresso e as propostas me fizeram enxergar o quanto a minha vida e os meus sonhos eram limitados, que eu poderia e deveria ser mais ousada, poderia fazer muito mais, não só por mim, mas pela educação e pelo Brasil, pois os desafios e as demandas eram muito grandes. Alguns meses depois me filiei a UJS e pouco depois ao PCdoB. Comecei a entender muita coisa que eu sentia e não entendia, a desigualdade social me incomodava muito, comecei a descobrir como poderia ajudar. Militando na UJS e no PCdoB a verdadeira Cláudia que estava escondida dentro de mim foi desabrochando. Meu pai sempre compreendeu e apoiou minha militância, isso me ajudou muito, e a poucos meses ele também virou um “militante de carteirinha”.
Tua campanha foi enormemente motivadora. Qual foi o segredo dela?
Foi pensada, organizada e desenvolvida com muita vontade e garra, não apenas minha, mas de toda a militância que se envolveu. A campanha foi tocada por uma galera jovem, que se deparou com a pouca ou nenhuma experiência e muitas dificuldades e soube responder a tudo muita energia, alegria e animação.Ficamos orgulhosos do que fomos capazes de fazer.

Fonte:
http://cadaminuto.com.br/noticia/2011/08/01/claudia-petuba-diz-campanha-eleitoral-em-alagoas-tem-muitos-resquicios-de-coronelismo

25/07/2011

Projeto político organizativo do PCdoB é discutido em Alagoas

Comissão Política Estadual do PCdoB-AL faz reunião ampliada com o Secretário Nacional de OrganizaçãoAlagoas 

Na noite da última quarta-feira (20) reuniu-se no Hotel Ouro Branco, em Maceió, a Comissão Política Estadual do PCdoB-AL com o secretário Nacional de Organização, Walter Sorrentino, em que foi discutido o projeto político e de organização do partido no estado.
Foi com uma reunião ampliada que a Comissão Política Estadual do PCdoB em Alagoas recebeu o Secretário Nacional de Organização, Walter Sorrentino. Estiveram presentes, além da Comissão Política Estadual, o prefeito de Satuba, Titor, o vice-prefeito de Marechal Deodoro, Dr. Petrúcio, membros do Comitê Estadual do Partido, do Comitê Municipal de Marechal Deodoro e do Comitê Municipal de Maceió.

Abriu a reunião o Presidente Estadual do PCdoB-AL, Eduardo Bomfim, destacando a importância da mesma, para discussão sobre o projeto político eleitoral, organizativo, político mais geral e os desafios do Partido. Salientou que essas questões se colocam em uma dinâmica que corresponde a um período histórico, de resistência estratégica. Acrescentou que particularmente estes períodos dos governos Lula e Dilma têm suscitado demandas teóricas, ideológicas, afirmando que o Partido avança na política de sua construção, para fazer frente a esse quadro. Segundo Bomfim a organização está sintonizada com esses desafios, mantém a linha marxista leninista mas com feição brasileira. Destacou ainda que a realidade de Alagoas é complexa, assim como cada estado tem sua realidade, com desafios históricos a se enfrentar.

Walter Sorrentino ao falar afirmou que a reunião se circunscreve no processo de Conferências do Partido. Destacou a retomada da construção nacional por que passa o país, em um quadro de crise internacional, considerando a relação entre crise e oportunidades que se colocam para o Brasil.

Sorrentino lembrou que o PCdoB tem projeto próprio, o Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento, rumo ao socialismo, que passa pelo êxito do governo Dilma, que apoiamos, pelo qual lutamos, com ideias e também críticas, em especial na política econômica, que mantém o tripé câmbio distorcido/juros elevados/economia fiscal. Destacou que o pagamento de juros subtrai investimentos em saúde, educação, e que se trata de uma equação política.

Walter Sorrentino colocou ênfase na vida do Partido, diferente dos demais, um Partido com autonomia, independência. Destacou a importância do crescimento eleitoral, afirmando que estamos passando por um bom momento em que devemos abrir as portas do Partido, trazer grandes nomes da sociedade.

Sorrentino afirmou que a primeira responsabilidade da Conferência é formular com clareza o projeto político. Acrescentou que o Partido em Alagoas merece a vitória e que deve procurar apresentar chapas próprias, lembrando que faltam apenas setenta dias para o prazo de filiação.

Walter disse que o Partido tem de ser uma força convicta, consciente. Destacou a importância de o PCdoB ser o Partido do Socialismo, relatando que mais de 50% da população brasileira tem em bom conceito o socialismo. Destacou a importância de aguçar o senso de representação e de alargar nossa base social, falar para a sociedade, dando o exemplo de Cláudia Petuba que falou para os jovens alagoanos nas últimas eleições.

Walter Sorrentino destacou a importância de direções capazes, realizadoras, da construção de um projeto eleitoral amplo, com direções partidárias com autoridade e força, o que implica em compromisso com o rigor no funcionamento coletivo do Partido. Encerrou dizendo que é preciso tornar indissociável política e organização, cada estado com sua realidade.

O membro da Comissão Executiva Estadual de Organização, Sinval Costa, apresentou o balanço do processo de reconstrução do Partido no estado, das Conferências Municipais realizadas e a realizar, e o projeto político do PCdoB nos municípios alagoanos, com a perspectiva de lançamento de chapas próprias de candidatos a vereador em alguns deles.

Marivone, Secretária Estadual de Organização, complementou o balanço apresentado por Sinval, prevendo que o PCdoB em Alagoas poderá ter um número próximo a trezentos candidatos a vereador nos cerca de trinta e quatro municípios em que as direções municipais estão sendo renovadas.

O vereador de Maceió Marcelo Malta fez uma comparação da atual situação do PCdoB em Alagoas, de crescimento qualitativo, com anteriores momentos vividos pelo Partido no Estado. Destacou ainda o papel que o Partido tem jogado nos governos de Lula e Dilma, lembrando que o PCdoB foi o primeiro a assumir o Ministério da Coordenação Política criado por Lula, com o Ministro Aldo Rebelo, com a participação também de Eduardo Bomfim como seu Secretário Executivo, num momento de crise política.
O vice-prefeito de Marechal Deodoro, Dr. Petrúcio, o Fifi, destacou a importância do Partido na luta contra as desigualdades sociais, informando que em Marechal Deodoro o PCdoB tentará repetir a eleição de dois vereadores, que tenham compromisso com o projeto do Partido e que já está sendo construída a chapa própria para a disputa à Câmara Municipal, com nomes qualificados.
Cláudia Petuba destacou a importância da análise e conhecimento da realidade do Estado e, em particular de Maceió, para a atuação do Partido junto à sociedade. Para isso, considera fundamental o aprofundamento das discussões a respeito da realidade política, econômica e social alagoana, salientando que o Partido no estado já vem fazendo isso mas muito há que se avançar para uma intervenção na realidade alagoana.

Eduardo Bomfim encerrou a reunião com ênfase na situação da atuação e do projeto do Partido na conjuntura local, nacional e internacional, concordando com Walter Sorrentino quanto à necessidade da preparação dos futuros dirigentes do Partido, vinculada a seu projeto político.

Fonte:
De Maceió, Selma Villela.
www.vermelho.org.br/al/noticia.php?id_noticia=159513&id_secao=46

24/07/2011

8º FESTIVAL DE INVERNO DE ÁGUA BRANCA 2011


Pessoal, vem aí mais uma excelente oportunidade de passeio e diversão. grande festa do Sertão Alagoano, em mais uma edição, desta vêz, o 8º Festival de Inverno de Agua Branca
Aproveitem a bela vista do Mirante do Pico do Imalaia.
Não deixem de degustar, na nevoa, na brisa e no frio da noite um bom vinho, chocolate quente, entre outras opções, saborear as delícias do Engenho São Lourenço, do Recanto da Serra, do Aconchego ou aquela durmidinha no Hotel Monteiro, o da Dona Rosinha e Marinez. Com certeza tem muito mais, novidades devem acontecer, afinal, tenham uma boa estada.

8º FESTIVAL DE INVERNO DE ÁGUA BRANCA 2011

Quinta, 28 de julho às 19:00 - 31 de julho às 05:00
ATRAÇÕES PRINCIPAIS:

Quinta-Feira, 28 de Julho

- BANDA FÉ BRASIL

Sexta-feira, 29 de Julho

- AVIÕES DO FORRÓ

- RAPHAEL & GABRIEL

- MEGA GROOV

Sábado, 30 de Julho

- CHEIRO DE AMOR
- CALANGO ACESO
- RAMOS

Domingo, 31 de Julho

- SILVANO SALLES
- BANDA VIBE (Tarde)
- INTERNALTAS DO FORRÓ
- LICINHO & BRUNO

Todos os dias Apresentações Culturais, Trilha de Moto e DJ GUGA.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA BRANCA

Prefeito Zé de Dorinha - Vice Prof. Carlos

Fonte da Programação: William Sandes

17/07/2011

52º Congresso da UNE

Reproduzimos reportagem de O Globo "Lula sai em defesa de patrocínio público para o congresso da UNE e critica imprensa"
GOIÂNIA - Ao participar nesta quinta-feira do 52.º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu a crítica de que a entidade mantém uma postura 'chapa-branca', isto é, favorável ao governo federal. Lula não só saiu em defesa da UNE, como também partiu para o ataque contra a imprensa. Ao iniciar seu discurso, Lula disse que estava com "saudades do microfone" e repetiu por diversas vezes o bordão "nunca antes na história deste país", que marcou sua gestão. O ex-presidente registrou a ausência de duas pessoas: de seu vice José Alencar, morto em março, e da presidente Dilma Rousseff.
Citando matéria publicada na última quarta-feira sobre o fato de o congresso da UNE ser patrocinado por estatais, Lula criticou a cobertura do evento pela imprensa nacional. Ele também criticou a interpretação dos jornais que fazem comparações entre o seu estilo de governar e o da presidente Dilma Rousseff.
Ele reclamou das matérias sobre sua ida a Brasília para reunir-se com políticos e ajudar o governo Dilma, criticando o tom que, segundo ele, buscaria passar a imagem de que a presidente é fraca.
- Só diz que ela é fraca quem não conhece a personalidade dela. Se o babaca que escreveu isso já tivesse sentado com a Dilma dez minutos ele ia saber que ela pode ter todos os defeitos do mundo, menos ser fraca. Ninguém passa três anos e meio na cadeia, barbaramente torturada, e é eleita presidente da República. Essa é a maior vingança com quem a torturou.
O ex-presidente também declarou:
- Eu estou ficando invocado, porque já faz seis meses que eu deixei a Presidência, mas eles não saem do meu pé.
Antes, ao se dirigir ao presidente da UNE, Augusto Chagas, Lula afirmou, de novo sem citar nomes, que não seria uma publicação de cobertura nacional.
- E você, Chagas, não tenha preocupação com quem diz que vocês são chapa branca - afirmou. - Você pensa que (o jornal) tem caráter nacional. Não sai do Rio de Janeiro. Vai na Baixada Fluminense e vê quantos jornais chegam lá.
Lula fez o mesmo raciocínio em relação à imprensa paulista, dizendo que em São Paulo também haveria jornais que "se acham nacionais":
- Os grandes de São Paulo quase não chegam ao ABC, que está a 23 quilômetros da capital.
O ex-presidente argumentou que é comum as empresas estatais, assim como o próprio governo, investirem em publicidade:
- Você liga a televisão e vê propaganda de quem? Quem é a propaganda do futebol brasileiro? Quem é a propaganda das novelas? Para eles, é democrático. Para vocês, é chapa-branca.
O ex-presidente respondeu também a quem o critica por falar demais no tempo em que era presidente:
- Ao eu falar, eu competia com o que eles falavam. E o povo acreditou mais em mim. E eles tiveram que saber que eu saí com 87% (de aprovação) - discursou Lula. - O dado concreto é que eles não perceberam que as coisas estão mudando no Brasil. O povo não quer mais intermediário entre eles e a informação. O povo está se informando de muitas formas. Muitas formas. E não apenas naqueles que habitualmente achavam que formavam.
O ex-presidente rebateu também as críticas de que teria deixado uma herança maldita a Dilma. Após enumerar diversas realizações de seu período, entre elas a criação do ProUni, Lula arrematou:
- Quem sabe a herança maldita que a Dilma e eu deixamos, porque a Dilma também deixou, porque ela ajudou a fazer, sejam cerca de 15 milhões de empregos e carteiras assinadas.
Lula voltou a dizer que Dilma enfrentou preconceito por ser mulher, durante a campanha eleitoral, e citou o incidente em que o então candidato do PSDB, José Serra, foi atingido na cabeça por um objeto. Segundo Lula, foi um "meteorito de papel" que, após análise de outras imagens, teria passado a ser chamado de "objeto não-identificável".
- Se eu fosse a imprensa, eu ia atrás da tomografia que tiraram da cabeça dele - afirmou Lula, referindo-se a Serra.
Sobre a eleição de Dilma, Lula afirmou que ela foi "uma das maiores conquistas do nosso governo".
Embora tenha rejeitado a pecha de chapa-branca para a UNE, Lula agradeceu à entidade e cobrou mais empenho em suas reivindicações
- Sou grato à UNE pela lealdade na adversidade. Este governo nunca pediu para a UNE abdicar uma única bandeira.
Lula esteve no congresso da UNE para participar de encontro de bolsistas do ProUni.
Assim como já havia feito Lula, o ministro da Educação, Fernando Haddad, também rebateu a crítica de que a UNE seria uma entidade 'chapa-branca' em relação ao governo federal. Ele começou o discurso no congresso da entidade realizado em Goiânia dizendo que gostaria de fazer uma desagravo à UNE .
- Algumas pessoas imaginam que é possível comprar a consciência do movimento estudantil com alguns trocados. Um dinheirinho para organizar um congresso bastaria para pacificar todas as contradições existentes na sociedade brasileira que provenham da educação - disse Haddad, completando:
- Estudante não se vende por dinheiro nenhum, muito menos por migalha.
Ex-presidente sugere que Dilma terá outro mandato
Entre elogios à presidente Dilma Rousseff, Lula sugeriu a possibilidade de reeleição de sua sucessora. Ele numerou obras que Dilma deve entregar até o fim de seu "primeiro mandato". Entre as obras citadas pelo ex-presidente, estão 6 mil creches e 200 escolas técnicas.
Lula destacou as ações de sua sucessora e disse que a eleição de uma mulher à Presidência foi uma das "maiores conquistas" da história brasileira. "Dilma vai fazer mais e melhor do que fizemos", declarou o ex-presidente.
Em tom de brincadeira, Lula disse que ele é a "evolução de seu próprio governo", pouco depois de ter usado a palavra "factível" em seu discurso.
- Antes eu falava menas laranja, agora falo 'en passant', factível - disse. O ex-presidente foi bem recebido pela plateia da UNE e terminou sua fala com o coro de "olê, olê, olá, Lula, Lula.

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/07/14/

05/06/2011

Cláudia Petuba, diretora da UNE, fala sobre as recentes manifestações em Alagoas

Alagoas 2
A diretora da
União Nacional dos Estudantes, Cláudia Petuba, falou sobre as várias manifestações dos estudantes e servidores estaduais que têm ocorrido em Alagoas e sobre a crise pela qual passa o estado na área de segurança, saúde e educação. Ela teceu várias críticas à postura do governo estadual e afirmou que os estudantes estão dispostos a continuar lutando em defesa de Alagoas.
Segundo Cláudia, a UNE está passando por um momento muito importante, com a realização de seu 52º Congresso Nacional. “É um momento em que estudantes de todas as Instituições de Ensino Superior debatem as posições que a entidade vai defender no próximo biênio. No congresso, apresentaremos nossas propostas para o Brasil, reforçando a luta pelos anseios da juventude”. O congresso será em julho, mas praticamente todas as faculdades de Alagoas já elegeram seus representantes. “É um momento de intensas mobilizações”, afirma.

Questionada sobre como ela avalia a atual situação de Alagoas, Cláudia elenca varias críticas à forma como o governo estadual tem atuado. “É um governo comprometido com uma pequena parcela da sociedade, especialmente uma minoria ligada à Cooperativa dos Usineiros. Os servidores, trabalhadores, a juventude, ou seja, a grande maioria do povo é esquecida intencionalmente pelo governo. A violência que amarga nosso estado recai principalmente sobre os jovens, e são eles na sua imensa maioria oriundos das parcelas menos favorecidas da sociedade. Entregue às drogas, sem acesso a uma educação de qualidade e sem trabalho, o governo tem deixado a juventude sem perspectiva de futuro”.

“A UNE apóia a luta dos servidores por melhores salários e condições dignas de trabalho. Lutamos também por melhores dias para Alagoas; defendemos uma segurança pública valorizada, com uma polícia cidadã; queremos não só boas estruturas nas escolas, mas também a valorização dos profissionais da educação; a imensa maioria do povo alagoano não tem plano de saúde, são necessários mais investimentos na rede pública de saúde, para que as pessoas não morram nas filas dos hospitais”, dispara. “A UNEAL e a UNCISAL são diariamente atacadas pelo governo, fica muito claro que o governo de Alagoas não quer que o povo tenha um pensamento crítico”.


Sobre as últimas manifestações, Cláudia afirma que “a luta do povo alagoano tem tomado as ruas, a insatisfação com o atual governo tem mobilizado a juventude e os trabalhadores em vitoriosas manifestações pelas ruas de Maceió”. Ela aproveita para repudiar a prisão do capitão Marcelo Ronaldson: “É um absurdo, todo cidadão tem o direito de expressar sua opinião, nós não vivemos mais na ditadura militar. A prisão do capitão é uma forma de repressão aos movimentos sociais e à luta do povo, nós repudiamos essas práticas e exigimos a imediata libertação do capitão!”.

“A luta vai continuar, há muitas mazelas no nosso estado. Enquanto o Brasil cresce, em especial o Nordeste, Alagoas tem ficado para trás. As desigualdades só aumentam neste que já é o estado de pior IDH do país. Os estudantes têm disposição de sobra para continuar lutando sempre em defesa da democracia, de um Brasil soberano e de uma Alagoas em que possamos ter dias melhores”, concluiu.

De Maceió, Lindinaldo Freitas.
Fonte:http://www.vermelho.org.br/al/noticia.php?id_noticia=155730&id_secao=46

28/05/2011

Estudantes ocupam as ruas do Centro de Maceió

 Milhares de estudantes em manifestação contra o governo tucano.
Manifestação Maceió 
Na manhã desta sexta-feira (27/05), milhares de estudantes ocuparam o Centro de Maceió. Em passeata, faziam ressoar os gritos de FORA TÉO. Foi uma manifestação pacífica, com a presença de várias entidades estudantis.

O ato teve participação maciça de estudantes, visto que os sindicatos dos servidores públicos estaduais optaram por convocar um Ato do Movimento Unificado de todas as categorias para a próxima quarta-feira, dia 1º/06. O ato, inicialmente convocado espontaneamente por e-mails e através das redes sociais, foi liderado pelas várias entidades estudantis presentes.

Embora os sindicatos do funcionalismo não tenham participado do ato, muitos servidores estaduais, inclusive aposentados, estiveram presentes para manifestar sua insatisfação com o governo estadual.

Segundo a Diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE), Claudia Petuba, “Nós estudantes resolvemos sair às ruas hoje e aproveitamos para fazer um chamamento a toda a sociedade para participar do novo ato na semana que vem. A luta é dos estudantes, dos trabalhadores, de todo o povo alagoano. Ninguém suporta mais os desmando desse governo”.

A manifestação se iniciou na Praça dos Martírios, com a concentração na porta do Palácio República dos Palmares, percorreu várias ruas do Centro de Maceió, passou em frente ao Tribunal de Justiça, à Assembleia Legislativa e finalizou-se em frente ao Palácio de Cristal, sede do governo estadual. O reforço policial foi chamado, apesar de a manifestação ter caráter pacífico. A cavalaria e o Bope acompanharam toda a manifestação.

Os estudantes vieram de várias escolas e universidades, todos revoltados especialmente com o tratamento do governo estadual com a educação. A estudante da UNEAL Welingta Carla denunciou “A UNEAL hoje funciona com 40% do seu orçamento. É Universidade só no nome, porque está funcionando em situação de verdadeira precariedade em todos os setores. Esse governador está destruindo nossa Universidade!”. Para o Secretário Geral do DCE da UFAL, Hugo Cavalcante, “o caso é grave, pois Alagoas possui os piores índices de educação, violência, saúde, distribuição de renda. Os alagoanos não merecem isso, temos que ir às ruas!”.
Com as caras pintadas com as cores da bandeira de Alagoas, os estudantes mostraram que estão atentos à situação política do estado. Para o diretor da UBES, João Carlos, “A juventude não é alienada, esta manifestação aqui mostra isso. Somos solidários à luta dos trabalhadores por melhorias salariais e também temos as nossas reivindicações”.

Em frente ao Palácio, a polícia cercou os estudantes, tentando dispersar o ato. O Presidente estadual da UJS, Naldo Freitas, denuncia: “Esse é o tipo de ‘diálogo’ que o governador tem com a população, através da polícia e da violência. Mas na quarta-feira estaremos aqui novamente, a insatisfação é muito grande e vamos mostrar isso nas ruas!”.
Fonte:  http://www.vermelho.org.br/al/noticia.php?id_noticia=155200&id_secao=46

25/05/2011

III Encontro Norte/Nordeste - Trabalho, Educação e Formação Humana




INSCRIÇÕES (www.enntefh.com.br)

O III Encontro Norte/Nordeste Trabalho, Educação e Formação Humana receberá inscrições de trabalhos para apresentação em sessões de comunicação, resultantes de estudos e pesquisas concluídas ou em desenvolvimento. Só poderão ser inscritos trabalhos fundamentados no marxismo, devendo contemplar os eixos temáticos colocados pelo evento. Não será limitada a quantidade de trabalhos inscritos por autor.

Datas para inscrições
Inscrições de participantes que apresentarão trabalhos: 04/4/2011 a 15/6/2011
Inscrições de participantes que não apresentarão trabalho:até a data do encontro.
Inscrições de participantes ouvintes com reserva de alojamento: até 15/6/2011

Valor da Inscrição no Evento
CATEGORIA
(R$)
Professores e outros profissionais
30,00
Alunos de Pós-graduação
20,00
Alunos de graduação
10,00

ALOJAMENTO GRATUITO
O evento contará com alojamento gratuito prioritariamente para estudantes oriundos de outras cidades. As vagas não preenchidas poderão ser destinadas para professores e profissionais inscritos.

Observação: Existem 120 vagas para o alojamento, após o preenchimento dessas vagas, não serão ofertadas outras. Portanto, inscrevam-se o mais rápido possível.
 
LOCAL DO EVENTO: Campus A. C. Simões/UFAL/Maceió/AL

11/05/2011

Socialismo e Comunismo: existem diferenças?

Reproduzimos texto encontrado no site abaixo:
www.mundoeducacao.com.br/geografia/socialismo-comunismo-existem-diferencas.htm


A principal diferença entre o socialismo e o comunismo é a existência do Estado.
Desde o surgimento do comunismo, ideologia criada após a Revolução Russa, as palavras “socialismo” e “comunismo” passaram a ser usadas como sinônimos por todo o século XX. Na verdade, embora ambas as teorias caminhem para o mesmo objetivo, existem certas diferenças conceituais entre as duas palavras. Em síntese, podemos dizer que o socialismo é uma etapa de transição do capitalismo para o comunismo.

Socialismo é um conjunto de doutrinas que tem por fim a socialização dos meios de produção. Partindo do pressuposto de que os problemas sociais derivam das desigualdades entre os indivíduos, o sistema visa à extinção da propriedade privada. O governo investiria no cidadão desde seu nascimento, no entanto, ficaria como se fosse o “dono” daquele indivíduo, sendo o mesmo, obrigado a seguir regras rígidas e a trabalhar para todos na medida de suas possibilidades.

Nesse sentido, ainda existe a necessidade de existência do Estado para coordenar a socialização dos meios de produção e defender os interesses dos trabalhadores contra a volta do sistema capitalista.

Comunismo é um sistema de governo onde não existem classes sociais, propriedade privada, e o mais importante, não existe a figura do Estado; essa é a diferença. Em outras palavras, o socialismo é uma etapa de transição anterior ao comunismo que visa o desaparecimento do capitalismo. No comunismo, não há a necessidade de existência de um Estado em virtude do fato de que todas as decisões políticas são tomadas pela democracia operária.

Ao contrário do que muitos pensam, a etapa do comunismo nunca foi atingida por nenhum país, uma vez que não houve nenhuma sociedade onde se registrou a ausência de um Estado.

06/05/2011

Em resumo quem foi Lênin, quais eram seus ideais e quais as ligações com a Revolução Russa?

Reproduzimos pesquisa encontrada no site abaixo:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090509102528AAtM2Rt

Nascido em 1870 em Simbersk, no médio Volga, Vladimir Ilie Ulianov (dito Lênin) foi o terceiro de seis filhos. Em 1887, seu irmão maior Aleksandr, em um grupo de estudantes niilistas, participou de atentado contra o Tzar. Descoberto, foi preso e executado . Esse trágico acontecimento deixou enorme impressão sobre o jovem Lênin, que se convenceu de que o caminho anarquista não era praticável para abater o tzarismo.

Depois de formado, Lênnin passou a estudar os problemas econômicos da Rússia e passou a ler as obras de Marx e Engels. Convencido da justeza de suas idéias, passou a combater os populistas e, depois de breve estada na Suíça (1895) onde contatou com alguns exilados, entre os quais Plekanov, voltou para a Rússia, com a intenção de dar vida ao Partido Social Democrata Rússio. Entretanto, foi preso e deportado para a Sibélia, onde ficou três anos.

Em 1909, Lênnin consegue sair do país, ficando durante cinco anos na Europa Ocidental. Em 1903 o Partido Social Democrata Rússo realizaou um congresso em Bruxela e a corrente de Lênnin conseguiu se impor, ainda que por pequena margem. Desde então, essa corrente passou a ser chamada Bolchevique (Bolche em Russo significa "de mais"), ao passo que o grupo adversário passou a ser chamado de Menchevique (Menche significa "de menos").

A falência da Revolução de 1905 obrigou Lênnin a fugir novamente da Rússia. Mas em 1917 foi protagonista da Revolução de Outubro. Eleito presidente do conselho dos comissários do povo, levou a fundo a sua batalha contra todos os adversários da Revolução, embora em certo momento tenha sido obrigado a reintroduzir os mecânismos da econômia de mercado ( A NEP, Nova Política Econômica). Caindo doente em 1922, morreu em 21 de Janeiro de 1924.

05/05/2011

Lembremos de Lêni - Portal Vermelho

Reproduzimos artigo de Leandro Alves publicado no Portal Vermelho
 

Vladimir Ilyich Ulyanov (Lênin) nasceu no dia 22 de Abril de 1870. Data de importância indiscutível para todos os que se dedicam à construção do Socialismo. Falar de Lênin não representa falar apenas de um líder restrito ao passado russo, representa falar do futuro da luta pelo socialismo. O principal dirigente da Revolução Russa deixou forte marca em seu povo, pois ainda hoje é saudado como um dos principais líderes daquele país. Lênin também deixou um legado para o mundo todo e esse legado deve ser resgatado cotidianamente por todos que lutam pela edificação do Socialismo.

Espírito antidogmático
Lênin soube aplicar os princípios da teoria marxista à realidade Russa. Sua contribuição para a edificação de uma teoria acerca do partido de novo tipo é, até hoje, uma referencia para quem deseja ajudar na construção do instrumento de transformação política e social. Sua concepção de partido de quadros se baseava numa realidade restrita, sem espaço para a atuação política. Entretanto, sempre dissera que suas ideias acerca da forma organizativa dos comunistas era para a Rússia, não tinha caráter universal, tanto que quando a realidade assim exigiu, foi um dos primeiros a defender a mudança na forma organizativa partidária.
O líder Comunista buscou conhecer as características do capitalismo na Rússia para construir os caminhos para as transformações de acordo com a realidade daquele país. Lênin nutria um espírito crítico e antidogmático, entendia o marxismo como uma teoria viva, defendia que os comunistas deveriam aplicar os princípios do marxismo à realidade de cada país, sem dogmatismos, nem tampouco cópia de modelos.

O combatente
Lênin foi implacável no combate ao oportunismo no seio do partido, fosse de esquerda ou de direita. Soube entender as mais diversas formas de contradições existentes numa sociedade capitalista. Diferenciando o espontaneismo no trabalho partidário da espontaneidade das classes exploradas. Destacou a importância do elemento espontâneo como embrião do elemento consciente, mostrando o potencial da união dialética entre a luta específica e a geral para a elevação da consciência da classe operária. Entretanto, soube também, combater o trabalho espontâneo no partido, defendendo que o partido deveria ser o espírito que “pairasse acima” do movimento espontâneo, não sendo um mero caudatário dos acontecimentos cotidianos.
Travou intenso debate com os setores esquerdistas do partido. Defendeu que os comunistas atuassem em todos os espaços de luta, nos parlamentos, nos sindicatos, associações, mesmo aqueles que não tivesses uma posição avançada, pois o papel dos comunistas era precisamente elevar o nível de consciência dos trabalhadores. Dessa forma, os comunistas não deveriam se abster de atuarem nos espaços mais atrasados, ao contrário, para ele os comunistas deveriam atuar de forma revolucionária fazendo a diferença na atuação política nesses espaços
.
Atualidade do pensamento de Lênin
Desde a queda do bloco socialista, a luta política ficou mais complexa para os que defendem o Socialismo. Não cabendo simplificações políticas nem teóricas, ainda mais num país como o Brasil, onde nosso processo de transformação social é lento e contraditório. A necessidade de um Partido Comunista em consonância com o nosso tempo é de vital importância para o rumo da nossa Nação. Nesse sentido cuidar do partido é um exemplo a ser seguido por todos na atualidade, para tanto devemos ficar atentos aos rumos do partido, pois um Partido Comunista autônomo política e ideologicamente é conditio sine qua non para o futuro da luta Socialista. O “canto da sereia” capitalista é forte e pode desnortear toda organização política que atua de forma efetiva na realidade, por isso precisamos de firmeza ideológica para não perder o rumo, nesse sentido Lênin nos deu um grande exemplo.
Por tudo isso, e muito mais, falar de Lênin é falar de espírito crítico e antidogmático, é falar de dedicação e respeito ao coletivo partidário, é falar de desenvolvimento do marxismo, é falar de combate ao oportunismo e aos adeptos de “cainhos fáceis” para a luta Socialista. Dessa forma todos nós, homens e mulheres comprometidos com um futuro Socialista, devemos lembrar de Lênin como um referencial a ser seguido. 

Fonte: http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=3974&id_coluna=84

Autor:
* Leandro Alves é Servidor do Poder Judiciário Gaúcho, ex-assessor Sindical, ex-assessor Parlamentar.
  E-mail: leandroalvesrs@hotmail.com

Comentários

O que é mais importante... 04/05/2011 16h26
Falar bem de Lenin,é chover no molhado,agora praticar suas lições,isso é outra história.Lenin nunca foi só um teorico,punha em prática suas teorias, com todos os riscos inerentes,e teve exito em quase todas aplicações práticas. Eloy Antonio da Mota Guarujá - SP

viva! 01/05/2011 1h12
Muito bom. Grande leitura, Lênin! Qto às publicações do PCdoB, me pograma pra ler 2 livros da editora AnitaGaribaldi: um com série de debates sobre o capitalismo contempoâneo e a luta pelo socialismo e outro sobre globalização e capitalismo idem. Penso que servem ao que o comentarista abaixo uer. Mas há um monte de livros. Manoel Natal - RN

LÊNIN II 28/04/2011 11h53
Por último, mas não menos importante, Lênin, em que pesasse as condições da autocracia russa, recomendava a participação no Parlamento (havia até a fração bolchevique na Duma)embora alertasse de que "a via parlamentar também não devia ser evitada, embora não fosse a mais importante, a qual seria "a organização do Partido, primordialmente as células", e várias outras vezes discorresse sarcasticamente sobre o carreirismo, o oportunismo e, por quê não, o cretinismo parlamentar. Quanto a qualquer ilusão baseada apenas na luta parlamentar eleitoral, basta dar uma olhada em O Estado e a revolução. iveo soares jr. rio d janeiro - RJ

Lênin 28/04/2011 11h45
Agora me pergunto: a cada nova crise do capitalismo, Lênin pesquisava, buscava dados, fazia ilações, deduzia e publicava; aí estão: O desenvolvimento do capitalismo na Rússia, O imperialismo, fase superior...e tantas obras primas. Achei que no artigo faltou acrescentar a importante descoberta dele no tocante ao elo mais frágil da cadeia (a revolução não ocorrerá na Inglaterra evoluida, etc, etc, mas, se numa corrente é o elo mais fraco o que primeiro se rompe, então será na Rússia, etc, etc. Em cima disso, minha sugestão é: só em relação à crise de 2008/2009 Wall Street patrocinou (e premiou vários, inclusive) a publicação de, no mínimo, 12 livros! E o Partido, que seria leninista, com tantos economistas, jornalistas, analistas, que obra apresentou não digo desde esses anos, mas há mais de 10 anos? Fidel, nesse caso, me parece muito mais ativo. Fica a sugestão e um abraço iveo iveo soares jr. rio de janeiro - RJ

Parabéns 28/04/2011 9h02
Parabéns, É isso ai ! Para frente, estimulando o desenvolvimento e as potencialidades humanas e políticas, sem perder o foco. Com uma visão sistêmica do passado, proporcionando uma leitura atualizada e adaptada para nossa gerção e realidade! Rodrigo Burgos Porto Alegre - RS

15/04/2011

Claudia Petuba, A Advogada do Novo Brasil

Hoje, 13 de abril de 2011, emplacamos mais um belíssmo gol nessa jornada pela vida.
Hoje, firmamos mais um passo em nosso compromisso com a educação na família.
Hoje, agradecemos a Deus por vivermos esse momento de realização e felicidade.
Hoje,  vamos dar uma nova cara A Cara do Novo Brasil.
Hoje, nos sentimos o Advogado da mais nova Advogada do Brasil.
Hoje, Parabéns Claudia Petuba.
Hoje, ........Viva Claudia Petuba

Voto Obrigatório - Exercício Anti-democrático, Ditatorial e Repressor

Dentre os 12 temas elencados pela Comissão de Reforma Política instalada no Senado sob a liderança do Senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que preside a Comissão que formulará proposições sobre os assuntos examinados para discussão e aprovação no plenário dáquela Casa Democratica e da Câmara Federal, o Voto Obrigatório é o que mais sensibiliza a estrutura de nossa democracia e o que alimenta a indústria eleitoreira que por sua vêz contribui para o surgimento do Político Mercenário, mal mais nefasto e deprimente que corrói, destrói e compromete o desenvolvimento transparente de nossas instituições democráticas, de nosso poder público e de nossa Nação.

Contando com essa obrigatoriedade do voto, além da certeza da presença da grande maioria do eleitorado, eles se apegam ao apelo da falsa campanha ética contra o voto nulo ou em branco.

Desobrigando o eleitor de ter que Votar, não haveria perda da representatividade, pois, aí sim, construiria-se as proteções que favoreçam o processo democrático qualificando a eleição que expresse o mínimo de 50% mais 1 da base eleitoral, a verticalização do voto, tanto na majoritária como na proporcional, contribuindo para o fortalecimento partidário, ajustando o político a legislação e não a legislação a conveniência pobre, interesseira e coloquial.

A Democracia zela pelo interesse popular, obrigar o cidadão a se submeter, constrangido, ao exercício do voto, mesmo que dando a ele o direito de ter seu voto de protesto, em branco, nulo ou inválido, é como se tivéssemos tratando de Doentes Terminais, desvalidos ou em coma, que sem escolha, sem opção, com ou sem o seu conhecimento, sejam conduzidos e medicados conforme o saber supremo dos Doutores que conduzem sua vida.

Liberdade, com direito a igualdade, é simplesmente tudo de que precisamos. 

07/04/2011

Simplesmente Repúdio - Não dá para explicar

Hoje de manhã, quando retornava para o trabalho em Batalha a Radio Jovem Pan anunciava em seu jornal matutino a invasão de uma escola por um atirador, tragédia até hoje só vista na américa do norte e na europa.
Solidarizamo-nos com todos, vítimas, familiares e envolvidos, não há palavras que possam confortar, entender ou justificar esse horror.
Não devemos alardear esse mal que não nos realiza enquanto nação para que não incentivemos ou estimulemos quaisquer forma de reprodução, inclusive artística(mercenários da miséria) que não mancha nada senão a individualidade desse desafortunado doente e desequilibrado.
Devemos sim atualizar nossos princípios e valores de segurança sem a ostentação de quaisquer aparatos bélicos e policiais.
Devemos apenas, especialmente os adolescentes escolares, perceber desvios de comportamentos e condutas como algo que temos que informar aos familiares e aos responsáveis pela educação local para que proativamente, analisem e façam eventuais correções.
Que Deus nos proteja.

31/03/2011

UJS Alagoas se mobiliza para Congresso da UNE

Nova direção estadual da UJS em Alagoas
 

A União da Juventude Socialista de Alagoas esteve reunida no último final de semana, 26 e 27 de março, no berço da República, a cidade de Marechal Deodoro, para realizar um vitorioso curso de formação teórico e político e sua plenária estadual para discutir dentre outras questões a campanha do 52° Congresso da UNE.
O curso contou com cinco aulas, desde a primeira aula de “Introdução à filosofia marxista” com a professora da UFAL, Alba Correia, até a aula de “conjuntura política” com o presidente estadual do PCdoB, Eduardo Bomfim, quando os 40 jovens socialistas de diversas cidades do estado puderam debater e aprofundar seus conhecimentos sobre o marxismo-leninismo e a realidade do Brasil e de Alagoas.

Após o encerramento do curso no domingo foi realizada a plenária estadual da UJS, as discussões caminharam no sentido da necessidade de fortalecer a atuação da organização no Movimento Estudantil, especialmente o universitário neste primeiro semestre, sendo tarefa de toda UJS construir uma vitoriosa campanha com o movimento “transformar os sonhos em realidade” ao Congresso da UNE, sendo assim foi discutido e aprovado o plano de mobilização para o congresso.

A plenária também realizou alterações na composição da direção estadual, quatro novos companheiros entraram na direção: Daiane Correia, Dário Rosalvo, João Carlos e Urbano Santos. Alguns companheiros saíram da direção para poderem desenvolver novas tarefas na sociedade, levando a combatividade que sempre tiveram e deixando o legado da construção e do fortalecimento da UJS enquanto uma organização revolucionária da juventude.

Após a homenagem de despedida da direção da UJS a Mirelly Câmara, Mariana Tenório, Maria Luiza e Jorge Fernando, foi definida a composição da nova direção estadual: Lindinaldo Freitas (Naldo) – presidente, Hugo Cavalcante – Sec. Organização, Cláudia Petuba – Dir. Comunicação, Rafael Cardoso – Sec. Formação, Daiane Correia – Dir. ME Secundarista, Anahí Bezerra, Jaffia Alves, Júnior Pinheiro, Laudemmy Layon, Leila Dias, Maria Lucyelma, Silvia Oliveira, Urbano Santos, Dário Rosalvo e João Carlos.

De Maceió,
Cláudia Petuba
Fonte: www.vermelho.org.br/al/noticia.php?id_noticia=150563&id_secao=46

25/03/2011

Estudantes param a Fernandes Lima em Maceió - Mobilização reuniu estudantes e sindicalistas - "Educação tem que ser 10"

 

Estudantes se manifestam em defesa da educação, integrados à Jornada Nacional de Lutas.
Na manhã desta quarta-feira, 23/03, estudantes liderados pela UNE e pela UBES realizaram um grande ato no bairro do Farol em Maceió, em frente ao complexo educacional CEPA, na avenida Fernandes Lima, como parte da Jornada Nacional de Lutas das entidades estudantis. Com o tema “Educação tem que ser 10”, as principais bandeiras eram as de financiamento para a educação, estruturação das escolas e valorização dos professores e técnicos. A manifestação se concentrou na porta do CEPA, maior complexo educacional da América Latina e chegou a fechar a Fernandes Lima, principal avenida de Maceió. Os estudantes agitaram suas bandeiras e cartazes, para mostrar sua indignação perante a situação da educação no estado de Alagoas.
O Diretor da UBES Lindinaldo Freitas denuncia “Alagoas possui os piores índices de educação e analfabetismo do Brasil. A estrutura é muito precária, sendo que algumas escolas já se tornaram pontos de venda e consumo de drogas. A falta de segurança, de professores e de manutenção torna o ambiente escolar em Alagoas totalmente inadequado para o aprendizado”.
A diretora da UNE Claudia Petuba acredita que esta já é uma vitoriosa Jornada de Lutas “Por todo o país os estudantes estão saindo às ruas para mostrar que não estão satisfeitos com a situação da educação no Brasil e que exigem mais investimentos. Queremos que 50% do Fundo Social do Pré-Sal se destine à educação, assim como 10% do PIB brasileiro”. "Queremos ainda a aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE) que deve oficializar as metas da educação para o decênio 2011-2020", disse Petuba.
A precária situação do ensino público em Alagoas também foi alvo das críticas dos estudantes. "Durante oito anos, o Governo Federal triplicou os investimentos em educação, mas Alagoas parece que anda na contramão. Ao invés de crescer, retrocede. As escolas sucateadas, concursos públicos não são realizados e professores com baixos salários. Precisa-se de escolas estruturadas, espaços para lazer e cultura. Com isso, afastaria a possibilidade dos estudantes ingressarem no mundo das drogas", afirmou Cláudia Petuba.

Vários representantes de Grêmios também participaram da mobilização, como os Grêmios do Gilvania Ataíde, do Benicio Dantas, Moreira e Silva, Correia Titara, Costa Rêgo (Arapiraca), Théo Brandão, Manoel Gentil e Josefa Costa (Satuba). O presidente do Grêmio do IFAL Maceió, Afrânio Vyctor também reivindicou melhorias para o Instituto Federal, segundo ele, “O instituto passa por um momento de expansão e os investimentos devem acompanhar esse crescimento. O corte de gastos não pode penalizar a educação, em Maceió, por exemplo, temos defasagem de cerca de 36 professores”.
Estudantes da UFAL e da UNEAL também apresentaram suas reivindicações. O Secretário Geral do DCE da UFAL Hugo Cavalcante informou que os estudantes da UFAL também estão mobilizados. “O Governo Federal tomou a iniciativa de expandir a Universidade, porém em muitos cursos a estrutura prometida ainda não foi realizada. No campus Sertão as aulas funcionam numa escola estadual, sem estrutura nenhuma. Lá o ano de 2011 sequer começou. Em Viçosa e Arapiraca também não é diferente, exigimos mais atenção e investimentos!”.
Segundo o estudante da UNEAL Rafael Cardoso “O Governador esqueceu da UNEAL. Estamos abandonados, sem verba nem condições de estudo. O quadro de professores é insuficiente, sem falar na estrutura precária da instituição”.
A manifestação contou ainda com a participação e apoio das centrais sindicais, CTB e CUT, e de vários Sindicatos de trabalhadores ligados à educação e de servidores  públicos - SINTEP, SINTEAL, ADUFAL, SINTUFAL e SINDPREV.

 Fonte:  Selma Villela com base no texto de João Carlos Cyrilo, Diretor de Assuntos Externos do Grêmio Edson Luis (IFAL-Maceió).

22/03/2011

Batalha e Alagoas clama por segurança

A bacia leiteira de Alagoas clama por segurança.
O povo e os setores produtivos merecem um pouco mais de respeito e apoio para que possam trabalhar, exercer suas atividades com um mínimo de certeza de que terão seus ganhos, recebimentos e salários assegurados para o exercicio de seus projetos e conforto.
Conclamamos as autoridades locais, civís, judiciárias, políticas e militares, aos políticos da região, com ou sem cargo, lideranças e formadores de opinião para um pacto em prol do bem-estar de nossos familiares e conterrâneos.
É chegada a hora de se dar um basta a esses assaltos, arrombamentos, furtos e roubos.
O poder público precisa se fazer mais presente, mostrar sua cara, assumir o ônus e o bonus, planejar ações, adotar estratégias, audiências públicas, arregimentar e somar esforços, é uma questão de todos, apesar de responsabilidade do governo estadual, a segurança pública é preocupação e interesse da comunidade que pode contribuir com sua inteligência, através de parcerias, sem excessos e nem pretensões que não as previstas em Lei.
Não é uma questão política e sim social, não estamos procurando culpados e nem omissos, mas, apoio e proteção, pois, qualquer um de nós poderá ser a próxima vítima, incluindo-se aí os responsáveis diretos, indiretos e envolvidos com assunto.
O povo merece um pouco mais.
Unidos seremos mais.
Que Deus nos proteja.

21/03/2011

NASCENTES RECUPERADAS - Projeto Sombra e Água Viva - Carpil de Palmeira dos Indios, em parceria com a Cooperativa Agroindustrial de Cascavel


Conforme divulgado na Gazeta de Alagoas deste domingo 20, na coluna Integração do jornalista Maikel Marques, O Projeto Sombra e Água Viva, promovido em Palmeira dos Índios pela Carpil, em parceria com a Cooperativa Agroindustrial de Cascavel, voltou a recuperar nascentes na zona rural do município. 

Desta vez a comunidade beneficiada foi o Amaro, onde os técnicos mostraram que basta apenas um pouco de cimento, pedras, lona e canos de PVC para fazer jorrar água potável na nascente, antes destruída pelo homem.

Fonte:  http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?data=2011-03-20

Não deixe Nosso Brasil Virado

 Deputados, em sua grande maioria do PL, do Centrão e de Direita, continuam Chantageando e Condicionando os Direitos e as Vantagens para Pov...