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Maceió, Alagoas, Brazil
Bancário Aposentado, Escritor, Poeta, Administrador de Empresas, MBA em Negócios em Financeiros, Pós-Graduado em Gestão de Instituições do Ensino Superior, Especializado em Diálogo, Capacitação Locução e Apresentação de Rádio e Televisão. Militante do PCdoB.

Reação, Independência ou Submissão!

Não fosse Eu tão Ansioso, diria que estamos atravessando um dos momentos mais críticos de nossa jovem democracia apesar de ser a mais duradoura das vividas por nosso país desde a sua emancipação nos idos de 1822.
Os Brasileiros que, de Independentes e Altivos estão sendo Esfacelados como um Brinquedo Destroçado e Disperso em pedaços por uma criança só que com a Deformação e o Entreguismo de nosso Primeiro Vice Presidente que de Constitucionalista evoluiu para Pós Doutorado em Traição e seu Bando de Mercadores das riquezas, Achacadores dos Direitos e do Bem Estar do Povo Brasileiro que amarga o primeiro aniversário do Golpe engendrado pelas instituições constituídas para defender o próprio Estado.
O que esperar desses dias turbulentos senão uma forte e urgente reação popular capitaneada pelas forças das organizações representativas dos trabalhadores, a mais explorada e injuriada juntamente com a sociedade em si, da justiça, da segurança e do parlamento abstraídos desse conjunto de entes, as mazelas resistentes, recorrentes e impiedosas.
Para que essa reação tenha êxito precisamos enfim buscar a melhor concertação possível das forças heroicas da resistência de nosso campo progressista, mas, buscando sem receios, reforços nas fissuras oriundas de dissidências seja por arrependimentos, seja por inversão dos cenários sócio, econômico e político que ainda estão capengando junto com a oligarquia golpista, mesmo que por elas tenhamos sido alvejados.
Convém lembrar que sozinhos não reverteremos essa catástrofe já que dela não nos livramos quando achávamos controlar a direção da nação.
Portanto, estratégias e táticas precisam ser melhor estudadas, analisadas e postas enfaticamente em ação para salvaguardarmos a nação e o estado democrático de direito.
Relembrando apenas que se tivermos que encontrar um culpado para a tragédia que vivemos, sem dúvida, a divergência de ideias, atos e ações das correntes de esquerda progressista que desunida, a meu ver, foi o grande carrasco do Brasil.

A Batalha Continua com Dilma

Amigos,
Sempre presente nas redes sociais, vejo diariamente, de forma rotineira, os mais perversos e truculentos comentários, com charges as mais chulas e desrespeitosas, possíveis, com a imagem de nossa Presidenta Dilma Rousself.
Não respeitam uma autoridade no exercício de seu poder constituído pelo voto da maioria de milhões de brasileiros. Abusam de todos os meios e formas de uma Grande Guerreira que por nós lutou contra o Golpe que sucumbiu nossa Democracia na Ditadura Militar que destroçou o Brasil por 21 anos, tendo sua juventude marcada por prisões e torturas em prol de uma nação e de um povo que hoje a joga da lama, nas sarjetas e na boca imunda de senhores e senhoras que se regozijam em blasfemar as piores e fúteis palavras de nosso vocabulário, em tons jocosos, sem o menor receio, pudor e consideração.
Como o Brasil trata bem suas Mulheres!
Quantos aqui viveriam num país que tratasse sua Mãe desse jeito?
uma Fascista Campanha num Machismo Desvairado contra uma Mulher que trabalha, contra uma Mãe de Família que criou seus filhos, contra uma Avó que não saberá explicar ao seus netinhos porque sua Vovó, Presidenta do Brasil, é tão vilipendiada e xingada mesmo participando de um governo que tirou mais de 40 milhões de pessoas da linha de pobreza e da miséria extrema.
Parece que vivemos num pais onde não existe mais mais senhoras e senhores de bem, que brasileiras e brasileiros se calam diante tanta elucubrações midiáticas levadas a ferro e fogo por meios de comunicações lideres em sonegação fiscal, golpistas com uma falsa bandeira em nome da moralidade que não vivem, em nome da corrupção em que vivem atolados, em nome da democracia que sorrateiramente contribuíram, se calaram e que enormes vantagens tiveram ao longo dos anos de chumbo da mais sórdida ditadura militar que o país viveu por décadas à fio.
Gente vamos acordar a nossa dignidade humana para sermos mais respeitados.
Feliz Quaresma para Todos.

PCdoB, 93 anos de Luta pelo Brasil

Na próxima semana o Brasil compartilhará os 93 anos de história e estorias do Partido Político mais progressista, mais democrático, mais uníssono e mais coerente com sua trajetória nacionalista de progresso e desenvolvimento.

Nesse aniversário o PCdoB tem o reconhecimento de um Estado da República que lhe confiou a condução de seu destino, o Maranhão, que depois de décadas da oligarquia Sarney, vive hoje o limiar de novos tempos com o camarada Flávio Dino que encara um desafio dantesco.

Nesse aniversário, também, o PCdoB, que nos últimos 12 anos vem participando da coalizão democrática que muito bem tem conduzido o Brasil à uma verdadeira revolução social e econômica, refuta peremptoriamente todas as manobras fascistas e anti-democráticas de uma oposição inconformada, que, de forma doentia e odiosa, se movimenta surrealmente procurando, num processo de ruptura da ordem, dividir o país, por achar que uma eleição não se perde por “um voto”, imaginem, por milhões de votos como foi seu caso no último pleito de outubro de 2014.

Nesse aniversário, mais uma vez, o PCdoB nos orgulho pelo seu engajamento nos grandes temas nacionais, latinos e mundiais, sempre defendendo a independência política dos povos e sua responsabilidade na condução de seus destinos.

Parabéns PCdoB por seus 93 anos de Brasil.

Parabéns Brasil pelo PCdoB.

Domingos, vis-à-vis

Incrivel quão frágeis somos.

Domingo passado, Dia do Pais, na agenda da Campanha Presidencial, dia do aniversário do candidato Eduardo Campos, ex-governador e presidenciável destacado pelos feitos e ousadia em suas missões públicas e na política brasileira, festas, fotos, mensagens, vídeos, comemorações públicas e familiares.

Uma semana iniciada com os costumeiros hoholofotes do momento eleitoral, encontros políticos, euforia com memoráveis e bem sucedidas entrevistas em grande rede de televisão.

Uma quarta-feira, para alguns incomum por ser 13, para ele, Eduardo Campos, um triste aniversário de morte de seu avô Miguel Arraes, grande baluarte da política em todo o período pré e pós ditadura, tendo sido, cassado, perseguido e exilado, falecido 09 anos antes, em 2005. O que não era dia de grandes lembranças de passado triste, tornara-se, numa trágica realidade de um presente comovente com o fatídico acidente aéreo que o vitimara fatalmente juntamente com os outros seis ocupantes da aeronave por ele utilizada na extenuante campanha eleitoral.

Agora, o Domingo seguinte, o reverso da vida, outra grande aclamação, desta feita, uma triste partida, uma extraordinária comoção, uma emotiva despedida, um envolvente velório, clamor, choro, respeito e saudades.

Para nós que permancemos, um velho lembrete, uma lição, vivamos, sigamos pela vida, curtindo a vida.