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Maceió, Alagoas, Brazil
Bancário Aposentado, Escritor, Poeta, Administrador de Empresas, MBA em Negócios em Financeiros, Pós-Graduado em Gestão de Instituições do Ensino Superior, Especializado em Diálogo, Capacitação Locução e Apresentação de Rádio e Televisão. Militante do PCdoB.

Java

Domingos, vis-à-vis

Incrivel quão frágeis somos.

Domingo passado, Dia do Pais, na agenda da Campanha Presidencial, dia do aniversário do candidato Eduardo Campos, ex-governador e presidenciável destacado pelos feitos e ousadia em suas missões públicas e na política brasileira, festas, fotos, mensagens, vídeos, comemorações públicas e familiares.

Uma semana iniciada com os costumeiros hoholofotes do momento eleitoral, encontros políticos, euforia com memoráveis e bem sucedidas entrevistas em grande rede de televisão.

Uma quarta-feira, para alguns incomum por ser 13, para ele, Eduardo Campos, um triste aniversário de morte de seu avô Miguel Arraes, grande baluarte da política em todo o período pré e pós ditadura, tendo sido, cassado, perseguido e exilado, falecido 09 anos antes, em 2005. O que não era dia de grandes lembranças de passado triste, tornara-se, numa trágica realidade de um presente comovente com o fatídico acidente aéreo que o vitimara fatalmente juntamente com os outros seis ocupantes da aeronave por ele utilizada na extenuante campanha eleitoral.

Agora, o Domingo seguinte, o reverso da vida, outra grande aclamação, desta feita, uma triste partida, uma extraordinária comoção, uma emotiva despedida, um envolvente velório, clamor, choro, respeito e saudades.

Para nós que permancemos, um velho lembrete, uma lição, vivamos, sigamos pela vida, curtindo a vida.