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Maceió, Alagoas, Brazil
Bancário Aposentado, Escritor, Poeta, Administrador de Empresas, MBA em Negócios em Financeiros, Pós-Graduado em Gestão de Instituições do Ensino Superior, Especializado em Diálogo, Capacitação Locução e Apresentação de Rádio e Televisão. Militante do PCdoB.

Java

Que Deus nos ilumine nessas Eleições

Nesse momento em que vivemos a definições políticas para o próximo período majoritário, peçamos à Deus, fonte de luz e sabedoria, que nos ilumine, que ilumine cada brasileiro, que ilumine cada alagoano, orientando a todos para que saibam fazer a melhor escolha de seus gestores e representantes, nessas eleições.
Necessitamos colocar Alagoas no rumo da segurança, chega de crimes de mando, chega de assassinatos diários de jovens adolescentes, envolvidos na facilidades e\ou falsidades das drogas.
Temos que lutar para que o progresso retorne através da geração de emprego e renda para esse povo sofrido, que viabilidade sejam oferecidas as indústrias e empresas para que se instalem em nosso Estado.
Que a educação e a saúde tenham o tratamento altivo e próspero, proporcionando a vitalidade necessária e o saber eterno.
Vamos manter o Brasil e Alagoas desenvolvidos.
Viva a Terra dos Marechais.

Um lembrete e um agradecimento

Colegas, estou bastante empolgado com esse blog.
Estou me empenhando, ao máximo, para compreender as entranhas dessa tecnologia com o intuíto de oferecer o melhor de mim para vocês, a razão dos meus objetivos.
Enquanto sites ficam "em manutenção", nós, continuamos, "on line" em ação.
Espero que compreendam as constantes mudanças, acaso percebidas, pois se negociar é meu forte, mudança é uma constante, é claro que mudança enquanto crescimento, mudança enquanto desenvolvimento.
Por isso, agradeço de coração as adesões e comentários.

Dinheiro no jardim

       Certa feita, no carnaval de 1998, estávamos nós, eu e minha família, passando o carnaval pela Chapada Diamantina, na cidade de Lençóis (BA). Dentre os vários pacotes turísticos de que dispunhámos, um nos levava as cavernas momumentais e grutas maravilhosas, por que, realmente lá, nosso Deus foi muito generoso.
       Adiantando o causo, durante um desses passeios, estávamos numa Van, quando paramos em um restaurante, realizamos nosso lanche, eu e meus filhos, Caique, Cláudia e Camila, já que a esposa Marly nunca gostou dessas aventuras.
       Barriga cheia, papo legal e ao terminarmos o lanche, pedí a conta ao garçon, peguei uma nota de 10 reais e me dirigí ao caixa, só que no caminho, um colega de passeio, iniciou uma conversa comigo e eu à medida que conversava, amassava a nota e, amassando muito bem a nota fomos retornando para a Van para continuarmos o passeio.
       Antes que chegasse a Van, recebí uma cobrança do Dono da lanchonete, indagado que fui porque não havia pago a referida conta, então retruquei com o dialogo a seguir:
- Eu: Ué, eu não paguei a conta ?
- Dono: Não, senão não estaria cobrando.
- Eu: Mas eu peguei o dinheiro e fui pagar essa conta.
- Dono: Só que você não chegou lá pra pagar.
- Eu: Então o que é que eu fiz com o dinheiro que tava na minha mão?
- Colega: Não! Será que você jogou o dinheiro fora?
- Eu: Vamos tirar essa estória a limpo, eu fui pagar.
- Dono: Não, eu sei que foi, mas e o dinheiro?
       É claro, que toda essa conversa se deu na camaradagem, num bom nível, sendo o proprietário uma pessoa muito educada e gentil, à despeito de todo povo baiano, alegre e festeiro, tendo apenas que cobrar pois não estava alí para fazer caridades, principalmente, a turistas pobres, ou expertos, que deixam de pagar dez reais.
       Então fomos todos nós, crianças, eu, o Dono do restaurante, o colega, enquanto os outros já se irritavam aguardando na Van pra recomeçar o passeio. Andamos pelo caminho encimentado, ladeado por plantas, rosas, gramas e, após percorrermos mais ou menos uns trinta metros, quem nós encontramos senão a notinha de 10 reais, sozinha, desprezada, toda amassadinha, jogada entre as plantas.
       Aí, a algazarra foi geral, foi mais conversa jogada fora. Bom que acreditaram em mim e tive a oportunidade de limpar minha barra, pagar a conta, o Dono viu que eu era gente boa e finalizando o colega, rindo, disse:
- Colega: Hé hé hé, agora melhorou, só vou andar atrás de você, Paulo, para assegurar um melhor aproveitamento do lixo e contribuir com o meio ambiente, já que seu lixo é Dinheiro. Quem sabe não cai um de Cem.
 
Publicado no Recanto das Letras em 26/07/2008 Código do texto: T1098773

A mulher que não parava de falar

      Nós, pobres trabalhadores, andando pela vida, em busca do pão nosso de cada dia, são tantas estórias, que aprendizado.
      Nessas caminhadas, nós, que tivemos a missão de representar uma grande empresa, a única bicentenária da américa latina, ora numa cidade, ora noutra, sempre mudando, conhecendo sempre, novos amigos, experiências de uns aqui, aprendendo com outras alí, idosos, crianças, agricultores, empresários, funcionários públicos, etc....
      Cultos, nobres, observando, outros aprendizes, ensinando, uns valentes tranquilos, outros estudados, brabos ignorantes, gente nova, sabendo das coisas convivendo com avós que aprendem e observam.
      Num desses caminhos, estava eu gerente do Banco do Brasil, num desses interior, e nessa lida diária: projetos, solicitações, atendimentos, reclamações, campanhas, metas, sistemas fora do ar, telefonemas, quebra de máquinas, uma menina bonita, falta de dinheiro, olhos nos assaltantes; vixe, meu Deus, mas é coisa, viu, e aí, vamos a mais dessas que acontece.
      Para clarear o entendimento e ocultar os personagens, eu sou eu mesmo e meu interlocutor, meu pequeno grande cliente, senhor de todas as razões, sempre de mala no braço, que nessa, chamarei de Mané, gente boa, bruto pra cavalo, falador que só e metido a sabido, ah, exigente pra...; liga e me pede o saldo e lá vai a conversa:
Eu: Banco do Brasil, bom dia, aqui Paulo Jorge !
Mané: Paulo, meu gerente, pegue aí meu saldo e me diga quanto tem;
Eu: Pois não Mané, é 10.527, com o limite, mais alguma coisa?
Mané: É que vou ali, na cidade vizinha, fazer umas compras e depois passar aí pra fazer pagamentos dumas duplicatas pequenas e acho que o banco já vai tá fechando, quando voltar e, é pra hoje esses negócios.
      Nessa época, o banco tinha lançado seu Call Center e estávamos em mais uma dessas campanhas com meta, mandando brasa nas senhas para os clientes acessarem o novo serviço, que por sinal, é um dos melhores e mais completos do Brasil, claro né, é meu Banco Duzentão.
      E nessa, continuando a ligação telefônica:
Eu: Não Mané, não tem problema, veja só, vou te passar essa senha, "xy12b4rz4f" e você liga pra 08007290001, é de graça, viu, e você faz esses pagamentos, tranquilamente, em casa e tem mais um monte de opções pra você, se precisar, certo ?
Mané: Tudo bem, Paulo, obrigado, você resolve mesmo as coisas, né danado! Obrigado, mesmo, viu !
Eu: Olha, qualquer coisa, dificuldades, é só ligar pra gente, legal !
Mané: Beleza, vamos ver, obrigado, de novo !
      Passados alguns dias, a vida continuava naquele serviçinho, até que divertido e lá estava o Mané na agência com novas demandas e eu gozando de muita empatia e enorme simpatia, aos meus clientes tudo, aos concorrentes nada, então aproveitei a oportunidade pra saber como tinha se sucedido àquele dia, terá dado certo, comecei:
Eu: Então, Mané, como é que foi naquele dia, foi fácil, deu certo e aí ?
Mané: Paulo, ligar foi tranquilo, sem problema, botei o prefixo da agência, como você me ensinou, o número da conta, a senha, só que aí a mulher disse meu saldo e começou a falar, disque 1 pra isso, 2 pra aquilo, 3 pra lá, 4 pra cá,  0, 1, 2,3, de novo, aí, tudo mais uma vêz, 

novamente,  eita !
Eu, disfarçando pra não estourar de rir: Não Mané, bastava escolher a opção 4, dos pagamentos e pronto !
Mané: Como? Paulo, como eu ia colocar a opção 4 , se aquela bixiguenta não parava de falar.
Não tinha jeito, eu esperava e nada dela parar.
Aí desistí e mandei meu filho resolver.
Eu: Poxa Mané, porque não me ligou. Vamos aproveitar,  agora, e ver de novo, se ela para ou não de falar ! Pra você aprender.
Mané: Ah, quero ver, oxente ! 

E aí meus amigos, vejam que situação, o que fazer senão rir. 
Texto publicado no Recanto das Letras em 09/08/2008 Código do texto: T1119899

Boas Vindas

Amigos,

Estamos iniciando mais uma etapa nesta jornada eterna pela melhoria do relacionamento, da informação livre e enriquecedora, para a construção de um mundo saudável, respeitados os princípios divinos, qualquer que seja o seu Deus.

Desejamos que esse espaço possa contribuir para o aperfeiçoamento de nosso ser e de nossas vidas iluminados pela sabedoria de nosso Mestre.

Não pretendemos inventar, mas, inovar, crescer e compartilhar.

Agradecemos antecipadamente sua compreensão, apoio e colaboração.