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Maceió, Alagoas, Brazil
Bancário, Escritor, Poeta, Administrador com MBA em Negócios em Financeiros, Pós-Graduado em Gestão de Instituições do Ensino Superior, Especializado em Diálogo, Capacitação SindRádio em Rádio-TV.e Militante do PCdoB.

É chegado o Natal

É chegado o Natal.
E com ele renovamos nossas esperanças em dias melhores.
O que não concretizamos até agora, rendemos homenagens a nossa garra que propulsiona nossa fé no mais aguerrido desejo de tentarmos novamente a conquista de um sonho tão sonhado.
Portanto, mãos à obra, na renovação dos pedidos, a leveza de nossas Crianças-Noel nos ajudarão na realização de nossas vidas.
Seja criança, ao menos por um instante, deixe as responsabilidades de lado e chegue juntinho de Deus, mesmo que seja ateu, sinta sua presença e agradeça por sua família, seus amigos, seu trabalho e seus colega.
Faça apenas três pedidos: saúde, paz e segurança; o resto Você consegue.
Feliz Natal.
Vitórias no Ano Novo.

PCdoB conquista 03 prefeituras no 2º Turno 2012

 

A luta de ideias do PCdoB partido com 90 anos de compromisso com as causas maiores do Brasil marca sua presença neste 2º da Eleições 2012 elegendo 03 prefeitos em cidades de expressão na economia e na política nacional, sem esquecer a Vice-Prefeita Nadia Campeão também do PCdoB no retorno do PT com Paulo Haddad que  venceu o candidato das forças do atraso de São Paulo, José Serra (PSDB).
 
O candidato Dennis Dauttmam, 48 anos, vereador de segundo mandato pelo (PCdoB) foi eleito, neste domingo (28), prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense com 61,46% dos votos vencendo seu adversário Waguinho do PRTB com 38,54%.  Com sua eleição, ele se torna o primeiro prefeito do PCdoB na Baixada Fluminense.

A vitória do comunista Carlin Moura em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, foi confirmada com larga vantagem. O resultado ratifica o cenário de vantagem do comunista observado nas pesquisas eleitorais ao longo do segundo turno. Carlin teve 65,90% dos votos contra 34,10% de Durval do PT.

O deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) é o novo prefeito de Jundiaí. Com as urnas apuradas, o candidato da coligação Confiança Para Renovar aparece com 65,57% dos votos válidos. Luiz Fernando Machado (PSDB) ficou com 34,43%.

Arapiraca, 88 anos de Estrela Radiosa


Arapiraca, Estrela Radiosa que fulguras sobre os céus do Brasil, 88 anos de história de luta, firmação e progresso.

Saudades da minha infancia, na Rua São Francisco, que ainda alcancei no barro, onde ainda restam laços, donde revivo lembranças que o tempo não consegue apagar.

Tempos de Instituto São Luiz dos Professores Pedro Reis(autor da letra do hino da cidade) e Manoel, do Carrinho de Pipoca do Tonho na Praça da Prefeitura, dos domingos de cinema Triunfo e Trianon, da Feira das Quarenta Ruas destaque nacional da Revista Cruzeiro, das Bananas Split  e macarronadas na Lanchonete do Mário Lima na Praça Marques da Silva, dos Parques de Diversões e das Rodas Gigante na Festa de Nossa Senhora do Bom Conselho, da Kombi do Jarbas Lúcio Propaganda, da Rádio Novo Nordeste entrando no ar tocando Bêsame Mucho orquestrada por Ray Connif e do Programa "Nos Braços da Saudade" do grande Zé de Sá e músicas de Poly e a punjância do plantio e comércio do fumo, dando emprego até pra gringos peritos das multinacionais do tabaco.

Arapiraca de Zezito Guedes que apesar de ter levado alguns dentes meus, fêz muita arte em ferro, madeira e muitas coisas, plantou e enalteceu Cultura, hoje Museu de nossa Memória.

Arapiraca foi e hoje é muito mais do que isso, pois, minha memória é fraca mas nossa cidade é muito e muito mais forte, umas das que mais cresce no nordeste e um dos maiores crescimento no consumo nacional.


Parabéns Arapiraca, muito feliz por seus 88 anos de emancipação.

Viva a Terra de Manoel André.

Obrigado pela Luta por Novas Ideias


Amigos de Luta, tombamos de Cabeça Erguida, numa Batalha Desleal.

Deus sabe que não saimos do Campo do Debate e Embate de Ideias.


Mas nem por isso devemos perder o Encanto da Lutar e o Prazer que essa Luta nos proporcionou que foi de ter sido presenteado por Lutadores Dignos da nossa amizade e da nossa Família.


Nossos Agradecimentos aos nossos Guerreiros.
 

Deus nos Proteja à Todos.

Palavras de Cláudia Petuba:
" Ontem chegou ao fim mais uma batalha da luta em defesa dos trabalhadores, da juventude, das mulheres; da luta para garantir oportunidades e uma vida digna para todos.
Consciente de que fiz tudo o que poderia ter feito, de cabeça erguida por

ter entrado e saído dessa batalha de maneira limpa e honesta, orgulhosa por não ter me curvado a podridão política que a maioria dos eleitos se curvou.
O poder econômico mais uma vez definiu um resultado eleitoral, o que continuará gerando negativas sociais, esse é o nosso grande adversário.
Com serenidade continuarei nessa luta, militando no PCdoB e na UJS. Crente no poder de transformação social que uma política acertada e o socialismo podem promover.
Muitíssimo obrigada a todos que se empenharam nessa campanha, muito obrigada pelas manifestações de carinho e apoio.
Continuarei nessa luta, já estou pronta para as próximas batalhas!"

65100 Claudia Petuba - Novas Ideias para Maceio

Pelo desenvolvimento sustentável de Maceió e de Alagoas essa minha filha começa a reescrever a história da política maceioense e alagoana.
Oriunda de uma família sem tradições política-partidária mas, com formação em base solidificada no respeito e na ética herdada de seus pais e avós que gestaram em suas atividades profissionais com o mais profundo respeito ao bem público e coletivo, sempre firmes nas ações e amáveis e respeitosos com as pessoas, sempre tomando de forma colegiada e transparente suas decisões.
A nossa sociedade haverá de conceder à 65100 Claudia Petuba a oportunidade de poder representá-la no legistlativo municipal para que possa exercitar seu espirito trabalho e de liderança guerreira que a acompanha desde sua infancia, da pré-escola ao movimento estudantil nacional, passando pelas lutas políticas, sociais e de classes de sua contemporaneidade.
Antecipadamente, como Pai e seu Maior Eleitor, agradeço por todo apoio e respeito que venha a ser concedido à candidata 65100Claudia Petuba, pois, empenho, competência e disposição não lhes faltam.
Obrigado em nome da Família Petuba.

Paz Uma Porra!

Rendo aqui minhas homenagens a um dos versos do grande poeta Cícero Gomes com raízes em Alagoas, Muricí e ramificações no Brasil com seus aveixes do marketing digital, redes sociais e a vida como um todo.
Saudações ao amigo e twitteiro Poeta Cícero Gomes.

Paz Uma Porra!

onde falta paz é porque faltou justiça social
berrou no décimo gole de pinga cazuzinha tareco
com seus olhos belicosos de comunista.
hein seu poetinha de merda,te interrogo agora:
você acha que existe paz nas mãos sujas dos homens do canavial
você acha que existe paz na alma dos homens que foram
expulsos do campo por essa engrenagem perversa
você acha que existe paz nos barracos da favela
paz nas barrigas quebradas de farinha e sururu
paz nos meninos sambudos pelos vermes.
você acha que existe paz
nos corpos e almas aprisionadas pelo crack,seu merda!
paz é burguesa! coisa de riquinho,como berra num cantoconto,
marcelino freire.
eu não vejo paz nas meninas prostituidas
que tiveram sua infância roubada.
você acha que existe paz
no sono mal dormido das mães que tiveram seus filhos assassinados
neste estado de alagoas onde a justiça é só para pobre
e a democracia é um circo para eleger os ricos.
paz, ora paz
lei, ora lei!
paz uma porra!
..e não adianta camisas com brancas pombas
e não adianta manifestações e rezas__ o defeito é de fabricação,
sociedade do açucar__.
o defeito vem no cerne do que somos e fomos feito.
chega de pratos vazios!
chega de esmolas governamentais!
chega de discursos mirabolantes!
paz é um bibelô,um cocô pequeno burguês.
taí o crack, meu chapa, corroendo a sociedade por inteiro
do oiapoque a chuí
o crack dando de goleada no discurso oficial.
a paz que você quer poeta não existe,é coisa de romance.
paz uma porra!
ou se muda o sistema ou estaremos todos fudidos
mortos ou chorando nossos mortos.
__agora pague as minhas pingas.

Autor: Poeta Cicero Gomes
Fonte: http://palavradopoeta.blogspot.com.br/2012/06/paz-uma-porra.html?spref=tw

Sucateamento Vergonhoso do Estado de Alagoas

Este convite, numa boa hora, em que o Povo clama e chora por Liberdade para Viver, já que as demais liberdades não estão sendo respeitadas, proporcionou à população dilacerada de Alagoas  o mais fidedigno retrato do descaso e do desrespeito de nossas Autoridades Estaduais ao praticarem, por omissão, desmandos e desvios, a dilapidação e sucateamento das instituições que compõe máquina estatal e para-estatal.

Em todos os depoimentos de nossas briosas autoridades de carreira e servidores públicos, todos abnegados, verdadeiros back-offices, bombris,  subservientes patrióticos, proletários do desserviço público, que tentam fazer ante à total falta de recursos humanos e materiais, coisas que, por vêzes, ainda ganham Prêmios e Medalhas, mais pelo arregaço ético do cumprimento da Missão Impossível do que pelo desejo e apoio do Governador e Deputados Estaduais, extensivos aos Vereadores, também, Omissos e Ausentes, claro que com raríssimas exceções, mesmo em Ano Eleitoral, qual é a certeza que têm da impunidade e escravismo de seus vassalos Eleitores.

Todos viram e ouviram, secretários, juiz, promotor, defensor público, ongs, numa voz oníssona e impotente, porém, brava, ética e comprometida com a causa pública dizerem às Parlamentares dessa Heróica e Libertadora CPMI: "...a senhora sabe, não tenho equipe..." ...as senhoras viram, não temos estruturas nem pessoal...,"  "...sou eu sozinho para tudo isso..." ...fiz isso aqui nas carreiras pra vocês"... "...se falta estrutura, mas sobre amor..." "...tentamos fazer o que dá, priorizamos...".

Enquanto isso, temos, sabida e publicamente, alguns Duodécimos Faraonicamente Milionários que de tão valiosos e cubiçados, semeam muitos e muitos Desvios Galáxicos de Recursos Financeiros, enquanto que às vêzes contas de ernegia não são pagas.

Eu nem vou falar do IML, da segurança, da educação, da saúde e de tantas outras mazelas pleonasmos de infidelidade patriotica.

Quê que isso Gente!

Até quando isso vai durar?

Até onde vai a paciência ordeira e pacífica de nosso Povo?

PCdoB 90 anos de comunismo no Brasil!

Reproduzimos abaixo cordel do livro “PCdoB 90 anos de comunismo no Brasil” escrito por Francisco Batista Pantera, Professor, Jornalista, Poeta e dirigente do PCdoB em Porto Velho RR, militante do partido há quase trinta anos.

Era 1922,
Ele nascia
Era vinte cinco de março,
Do povo tinha simpatia
Era o partido comunista
Com a bandeira da soberania.

Era um momento importante
A classe operária crescia
Semana de arte moderna,
O partido cultura fazia,
Com grandes poetas e escritores
Lutando por democracia.

Foi o primeiro partido,
A reforma agrária defender,
Destruir o latifúndio
Fez os coronéis tremer.
Duramente perseguido
Pela burguesia no poder.

Luiz Carlos Prestes,
Cavaleiro da esperança,
Andou o país inteiro
Propondo a grande mudança.
Pátria Socialista!
Esta idéia se alcança.

Contra a opressão capitalista
Só o Brasil Socialista.
Defender a nossa pátria
Das garras imperialistas
Fora Império americano,
Viva o Brasil nacionalista!

Conduziu grandes lutas
Do povo brasileiro,
Campanha o petróleo é nosso
O partido foi guerreiro.
Na luta contra o fascismo
O partido saiu primeiro.

No levante de 35,
Na luta libertadora
Fez um grande combate,
Contra a burguesia opressora.
Contra o estado novo
Enfrentou a máquina repressora.

Este grande partido
Do povo teve simpatia,
Da constituinte de 45,
Ele parte fazia
Com 14 parlamentares
Prestes, Jorge Amado, Amazonas e companhia.

Um ano mais tarde,
Teve seu registro cassado.
Não fugiu da luta do povo,
Pela grande burguesia, foi sempre odiado
Nunca fraquejou
Contra a opressão jamais ficou calado.

Em 1964 instalou-se uma ditadura,
Um regime sanguinolento
Instalou-se a tortura
Contra os generais não tinha argumento
Nas selvas do Araguaia
A guerrilha foi nosso instrumento.

Naquele regime perverso
A liberdade não existia,
Partido organizando o povo,
Na luta contra a carestia
Gritava diretas já!
Na defesa da democracia.

Para derrotar os generais,
Foi ao colégio eleitoral
Eleger Tancredo Neves
No momento era ideal
Derrotar a direita raivosa
Aliada ao império do mal.

Foi um grande guerreiro
Contra o projeto neoliberal
Gritou fora Collor! FHC!
Inimigos da soberania nacional
Ajudou a eleger Luiz Inácio,
Pro governo Federal.

O partido defende
Uma pátria socialista,
Contra o grande capital
Aliados dos imperialistas
Realizar reforma agrária
Num grande projeto desenvolvintista.

Defende a reforma urbana
A moradia popular
Educação pública de qualidade
Pra fazer tecnologia avançar
Saúde para todos
Desenvolvimento sustentável com o ambiente a preservar.

Nas ruas, nas praças, nas escolas...
Está o partido da luta popular
O partido é uma escola
Que nos ensina a lutar
Erga essa bandeira
Venha a nós se juntar.

Partido da juventude!
Da mulher guerreira!
Da luta do negro!
Contra a descriminação rasteira,
Viva a luta do povo!
Viva a nação brasileira!

Partido que se inspira
No ideal revolucionário
De Marx, Lênin, Fidel e Guevara
Niemayer, Prestes, Amazonas formuladores do ideário
Bravos, combatentes, guerreiros
Cientistas dos proletários.

II TwittAO: União realiza encontro de usuários de redes sociais


II TwittAO: União realiza encontro de usuários de redes sociais

No sábado, 19 de maio, a partir das 8h, o município de União dos Palmares será sede do II TwittAO, encontro de usuários de redes sociais. Com entrada franca, o evento é destinado a usuários e demais interessados em mídias sociais.

Com o evento, um grupo de estudantes palmarinos dá continuidade à série de encontros de usuários de redes sociais, que vêm ocorrendo em vários municípios alagoanos, com a finalidade de difundir o uso dessas redes de modo consciente e proativo. Estimulando, inclusive, seu uso comercial.

Eventos como este já ocorreram em diversos municípios, dentre eles: Arapiraca, Murici, União dos Palmares, Palmeira dos Índios e Viçosa.

Por meio de inúmeras palestras que ocorrerão ao longo do dia, no auditório da Prefeitura de União dos Palmares, os participantes poderão aprender novas formas de utilização das mídias sociais, de maneira a contribuir com o crescimento pessoal e divulgação virtual da cultura e da rica história do município que sediará o encontro.

Em 2011, União dos Palmares sediou o terceiro evento de usuários de redes sociais em Alagoas, e o primeiro na cidade. Contando com cerca de 150 participantes, o encontro obteve repercussão nacional, uma vez que a “hashtag” criada para o evento “#NoTwittAO” figurou entre os dez assuntos mais comentados do Twitter no país (TTsBr).

A participação no evento é gratuita, bastando a inscrição por meio do sítio oficial (www.twittao.com.br). O participante pode colaborar doando um quilo de alimento não perecível. As doações serão destinadas à Rosa Mística (colônia para reabilitação de dependentes químicos em União dos Palmares).

Maiores informações com José Maria (Zema), pelo Twitter @ZemaUniao ou pelos telefones: 9693-8774/9381-0242

Programação Confirmada:

8:00 – Credenciamento
9:00 - Abertura (Apresentação Cultural)
9:30 - Vídeo Retrospectiva do primeiro TwittAO
9:40 - Palestra Dr. Fernando Amorim* : Tema - A proteção da diversidade cultural no comércio eletrônico
          de bens culturais.
10:10 - Coffee break
10:20 - Palestra Victor Guerra : Tema - Eventos Críticos e Redes Sociais
10:50 - Entrega simbólica dos alimentos
11:00 - Apresentação do Vídeo Turismo Pedagógico - Poeta Chico de Assis
11:10 - Palestra João Kepler* : Tema - REvolução Digital
12:00 – Almoço
13:45 - Palestra José Marques* : Tema - Eleições 2012 e o uso das Redes Sociais
14:15 – Intervalo
14:20 - Dinâmica de Grupo - Psicóloga Laudiana Sarmento
14:50 - Palestra Gil Giardelli : Tema - Colaboração Humana, Inovação Coletiva e rowdsourcing
15:40 – Sorteio de brindes
16:00 – Encerramento

* Gil Giardelli - Especialista no Mundo.com, com 13 anos de experiência na era digital. Professor nos cursos de Pós-Graduação, MBA, Miami Ad School e do CIC – Centro de Inovação e Criatividade na ESPM, Escola Superior de Propaganda e Marketing. CEO da Gaia Creative.

* Dr. Fernando Amorim - Possui doutorado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco em 2011, mestrado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco em 2006, graduação em Direito pela Fundação Educacional Jayme de Altavilla (CESMAC) em 1991 e graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas em 1991. É professor do curso de Direito do CESMAC, desde 1997, nos cursos de graduação e pós-graduação, e Coordenador do Curso de direito dessa Instituição desde 2006. Foi professor substituto da Universidade Federal de Alagoas.

* João Kepler - Founder e CEO do Show de Ingressos, uma das melhores Plataformas de Internet Ticketing do Brasil. É empreendedor serial, blogueiro,articulista de vários portais, revistas e jornais no Brasil e na Europa, investidor anjo, especialista em Marketing Digital, e-commerce, palestrante e espalhador de ideias Digitais e evangelizador do Empreendedorismo.

* José Marques - Acadêmico de Direito, Blogueiro, Presidente do Partido Jovem PTN em Alagoas.

Divulgação

Fonte: http://mais.uol.com.br/view/l910y1yh6uzo/ii-twittao-uniao-tem-encontro-de-usuarios-de-redes-sociais-04024E1A3572DCB92326?cmpid=cmp-ctw-txt

A Poupança Presidenta

Não tanto aos arroubos do confisco da dupla Collor/Zélia Cardoso, nem ao sorrateirismo dos sucessivos planos econômicos que sonegaram e/ou manipularam índices de remuneração que geraram grandes prejuízos e acarretaram polêmicas pendências judiciais que se arrastam há anos, tinha que ser nossa Primeira Presidenta a dar uma nova roupagem, um estilo jovem, moderno e flexível, sem desrespeitar os valores já depositado a nossa tradicionalíssima Caderneta de Poupança, advinda da era monárquica com primeiros depósitos dos escravos recém livres.
Indo direto ao assunto, a mudança ocorrida com a criação da POUPANÇA PRESIDENTA, permitam-me assim batizá-la em homenagem a nossa distinta Presidenta Dilma, nada mais será que uma variação da atual poupança que hoje detêm um volume aproximado de R$ 432 bilhões, onde 65% são destinados ao financiamento da habitação, sejam corrigidos, quando 9% atuais da Taxa SELIC atingir o piso de 8,5% a.a. os novos depósitos efetuados a partir de hoje, 04.05.2012, por 70% da Taxa SELIC+TR ao invés dos atuais 6% +TR que continuarão remunerando todo saldo hoje existente, portanto, sem prejuízo nenhum às atuais 100 milhões de cadernetas de poupança existentes no mercado.
O porque disso decorre do compromisso existente e da necessidade implacável de continuar sua política atual de redução dos juros básicos e spreads bancários de nossa economia, sem contudo, provocar um esvaziamento das aplicações em Fundos(Renda Fixa) que hoje monta em torno de R$ 500 bilhões e que são os financiadores da rolagem da dívida pública através de sua aplicação desses recursos em títulos públicos do governo e que também estão atrelados à Taxa SELIC.

A perda de remuneração estimada dos novos depósitos na POUPANÇA PRESIDENTA seria em torno de mais ou menos R$ 6,00 ao ano para cada R$ 1.000,00 aplicados, portanto, valor totalmente desprezível, já que o objetivo maior dessa medida é reduzir de forma substancial as taxas de juros praticadas pelo mercado sem causar grandes impactos nas estruturas de nossa economia porporcionando em contra-partida mais acesso ao crédito, tanto ao consumo como ao financiamento de investimentos, e em volumes maiores fazendo com isso girar todo um movimento de crescimento e desenvolvimento com repercussão em toda a sociedade.
O momento tanto político quanto econômico agregado à grande popularidade que vem atravessando nossa Presidenta Dilma, graças à sua coragem e determinação assertiva em prol de dias melhores e mais justos para o nosso povo não poderia ser o mais adequado para implantação das medidas econômicas publicadas por Medida Provisória numa edição especial de 03.05.2012 do Diário Oficial da União que não terá grandes entraves para uma rápida aprovação no Congresso Nacional.

“O socialismo do futuro terá as cores das sociedades que por ele optarem”

Reproduzimos abaixo excelente postagem desta data do Blog do Ticianeli do camarada Alberto Ticianeli. Vejam:

“O socialismo do futuro terá as cores das sociedades que por ele optarem”
Miguel Urbano Rodrigues acredita que um socialismo humanizado abrirá ao homem a possibilidade de desenvolver todas as suas potencialidades e de se realizar integralmente, liberto das forças que o oprimem há milênios
 01/02/2012
Nilton Viana - Brasil de Fato
da Redação
“O mundo está num caos em conseqüência da crise global do capitalismo”. Assim, o jornalista e escritor português Miguel Urbano Rodrigues define o atual cenário mundial. Para ele, a crise atual do capitalismo é estrutural. Segundo o escritor, a crise, iniciada nos EUA, alastrou à Europa e as medidas tomadas por Bush, primeiro, e Obama depois, em vez de atenuarem a crise, agravaram-na. “Os EUA, polo do sistema que oprime grande parte da humanidade, mostram-se incapazes de controlar os colossais défices do orçamento e da balança comercial”. 
 Miguel Urbano: crise atual do capitalismo é estrutural -
Foto: Miriam Zomer-Alesc
Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, Urbano diz que o grande capital pouco alterou as práticas criminosas e fraudulentas que originaram a crise. Para ele, a fatura é paga pelos trabalhadores que tiveram os seus salários brutalmente diminuídos e suprimidas conquistas históricas. Taxativo, afirma que as guerras fazem parte das alternativas imperialistas e que as agressões militares são sempre precedidas de uma campanha midiática de âmbito mundial. Embora avesso a profecias, Urbano acredita que o socialismo do futuro terá as cores das sociedades que por ele optarem de acordo com as suas tradições, cultura e peculiaridades de cada uma. 
Brasil de Fato – O mundo vive hoje uma de suas maiores crises financeiras. Que avaliação o senhor faz dessa crise que tem se agudizado principalmente nos Estados Unidos e na Europa?
Miguel Urbano Rodrigues – O mundo está num caos em conseqüência da crise global do capitalismo. É uma crise estrutural. Nos países centrais a teoria da acumulação não funciona mais de acordo com a lógica do capitalismo e, na busca de uma solução, os Estados Unidos, polo hegemônico do sistema, multiplicam as guerras contra países do Terceiro Mundo para saquear os seus recursos naturais. 
As medidas tomadas pelos governos, a seu ver, resolvem os graves problemas dessa crise? E o agravamento dessa crise, que é estrutural do capitalismo, a seu ver, irá enfraquecer ainda mais o imperialismo?
A crise, iniciada nos EUA, alastrou à Europa. As medidas tomadas por Bush, primeiro, e Obama depois, em vez de atenuarem a crise, agravaram-na. O objetivo foi salvar a banca, as seguradoras e grandes empresas à beira da falência como as da indústria do automóvel. Mais de mil bilhões foram investidos pelo Estado Federal nessa estratégia com resultados medíocres. Um volume gigantesco de dinheiro (os dólares emitidos) foi encaminhado para os responsáveis pela crise, enquanto a principal vítima, os trabalhadores estadunidenses, foi esquecida. Centenas de milhares de famílias perderam as suas casas, e o desemprego aumentou muito em consequência de despedimentos maciços. O grande capital pouco alterou as práticas criminosas e fraudulentas que originaram a crise. É significativo que o atual secretário do Tesouro, Thimothy Geithner, que goza da total confiança de Obama, seja um homem de Walt Street comprometido com as políticas de desregulamentação que tiveram efeitos funestos. 
Na União Europeia, que é um gigante econômico mas um anão político, a estratégia adotada para enfrentar a crise foi diferente. A fragilidade do euro é inseparável do fato de o dólar ser, na prática, a moeda universal cujas emissões são incontroláveis. O Banco Central Europeu não pode imitar Washington. 
A crise atingiu primeiro países periféricos, como a Irlanda, a Grécia e Portugal. A Alemanha e a França, que põem e dispõem em Bruxelas, sobrepondo-se à Comissão Europeia e às instituições comunitárias em geral, impuseram a esses três países “políticas de austeridade” orientadas para a redução drástica dos défices orçamentais e a salvação da banca. A fatura foi paga pelos trabalhadores que tiveram os seus salários brutalmente diminuídos, suprimidas conquistas históricas como os subsídios de Natal e de férias, enquanto setores sociais como a Educação e a Saúde eram duramente golpeados. 
A Itália e a Espanha encontram-se também à beira de um colapso, na iminência de pedirem à Comissão Europeia e ao FMI uma “ajuda” que agravaria extraordinariamente as condições de vida da classe trabalhadora. Na Espanha o desemprego ultrapassa já os 21%. 
A chanceler Merckel e o presidente Sarkosy estão, porém, conscientes de que os efeitos da crise atingem também perigosamente os seus países. O Reino Unido, fora da zona euro, não é exceção; teme igualmente o agravamento da situação.
Neste contexto o futuro do euro e da própria União Europeia apresentam-se sombrios. São a cada semana mais numerosos os políticos e economistas que preconizam a saída do euro de alguns países. 
Obviamente, as tensões sociais na contestação ao sistema assumem características explosivas, sobretudo na Grécia, em Portugal, na Espanha e na Itália. 
Os EUA e as grandes potências da União Europeia puseram fim às guerras interimperialistas, substituindo-as por um imperialismo coletivo. O senhor poderia explicar como têm se dado guerras? 
O imperialismo evoluiu nas últimas décadas para responder à crise do capitalismo. As guerras interimperialistas que na primeira metade do século 20 devastaram a Europa e a Ásia não vão repetir-se; remotíssima essa hipótese. As contradições entre as potências imperialistas mantêm-se. Mas não são hoje antagônicas. 
Um imperialismo coletivo – a expressão é do argentino Cláudio Katz – substituiu o tradicional. 
Os seus contornos principiaram a definir-se na primeira guerra do Golfo e tornaram-se nítidos com as agressões aos povos do Afeganistão, do Iraque e da Líbia. 
Hegemonizada pelos Estados Unidos, formou-se uma aliança tática de que participam o Reino Unido, a Alemanha e a França, além de sócios menores como a Itália, a Espanha, o Canadá e a Austrália, inclusive países da Europa do Leste, ex-socialistas. 
 Estadunidenses protestam em Nova York - Foto: Reprodução
Então é esse bloco imperialista que comanda o mundo hoje e fomenta as guerras? 
A superioridade militar e tecnológica do bloco imperialista permite-lhe, com um custo de vidas reduzido, atacar e ocupar países do Terceiro Mundo para saquear os seus recursos naturais, nomeadamente os petrolíferos.
Isso ocorreu já no Afeganistão, no Iraque e na Líbia. Atinge agora a África com a intervenção militar dos EUA em Uganda. O Africa Comand, por ora instalado na Alemanha, anuncia a criação de um exército permanente para o continente africano, previsto para 100 mil homens. 
Obama já afirmou que a “ajuda militar” (leia-se intervenção) ao Sudão do Sul, ao Congo e à República Centro Africana depende de um simples pedido a Washington.
As guerras têm sido as saídas para o capitalismo. Com essa crise, teremos novas guerras?
As agressões militares são sempre precedidas de uma campanha midiática de âmbito mundial. A receita tem sido repetida com algum êxito. Para impedir a solidariedade internacional com os povos a serem alvo de agressões previamente planejadas e semear a confusão e a dúvida em milhões de pessoas nos países desenvolvidos, os Estados Unidos e seus aliados promovem campanhas de satanização de líderes apresentados como ditadores implacáveis, ou terroristas que ameaçam a humanidade. A invasão do Afeganistão foi precedida da diabolização de Bin Laden – definido como inimigo número 1 dos EUA – e a guerra do Iraque, da satanização de Sadam Hussein. No caso da Líbia, Kadafi , que um ano antes era recebido com todas as honras em Paris, Londres, Roma e Madri, e tratado com deferência por Obama, passou de repente a ser apresentado como um monstro sanguinário que submetia o seu povo a uma opressão cruel. O desfecho é conhecido: a aprovação pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) de uma “zona de exclusão aérea” para “proteger as populações”. Logo depois começaram os bombardeios de uma guerra que durou sete meses, definida como “intervenção humanitária”. Sabe-se hoje que a “insurreição” de Benghasi foi preparada com meses de antecedência por comandos britânicos e agentes da CIA, dos serviços secretos britânicos e franceses, e da Mossad israelense. 
Como o senhor avalia as consequências dessa crise para os países pobres, do chamado Terceiro Mundo? 
O custo destas agressões imperiais para os países por elas atingidos tem sido altíssimo. Não há estatísticas credíveis sobre as destruições de infraestruturas e o saque de bens culturais e sobre o número de mortos civis resultante das guerras no Afeganistão, no Iraque e na Líbia. Mas o saldo dessa orgia de barbárie ocidental ascende – segundo grandes jornais da Europa e dos EUA – a centenas de milhares. 
A satanização de Bachar Assad e do seu exército gera o temor de que a intervenção imperial na Síria esteja iminente. Mas o grande “inimigo” a abater é o Irã. Motivo: é o único entre os grandes países muçulmanos que não se submete às exigências do imperialismo. 
Israel ameaça atacar e incita os EUA a bombardear as instalações nucleares de Natanz. Obama conseguiu que o Conselho de Segurança aprovasse vários pacotes de sanções ao Irã, mas o Pentágono hesita em envolver-se numa nova guerra contra um país que dispõe de uma capacidade de retaliar ponderável. A invasão terrestre está excluída e o bombardeio das instalações subterrâneas de Natanz com armas convencionais poderia, na opinião dos especialistas, ser ineficaz. 
O balanço das guerras do Afeganistão e do Iraque não é animador para a Casa Branca. O presidente Obama ao anunciar a retirada das últimas tropas estadunidenses do Iraque sabe que mentiu aos seus compatriotas. Num discurso eleitoreiro, triunfalista, que pode ser qualificado de modelo de hipocrisia, afirmou que os Estados Unidos alcançaram ali os objetivos previamente fixados. Na realidade a resistência prossegue e dezenas de milhares de mercenários substituíram as forças do Exercito e da Força Aérea. Mas qualquer previsão sobre futuras agressões é desaconselhável. Tudo se pode esperar da engrenagem do sistema imperial, comandado por um presidente elogiado como humanista e defensor da Paz quando, na realidade, a sua estratégia de dominação planetária configura uma ameaça sem precedentes à humanidade. 
 Gregos se reúnem em manifestação em Atenas - Foto: Mehran Khalili/CC
Como o senhor avalia o papel de organismos como a ONU, o FMI, o Banco Mundial e a OMC?
O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial (BM) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) são instrumentos do sistema imperial, criados para o servir. Quanto à Organização da Nações Unidas (ONU), há que estabelecer a distinção entre a Assembleia-Geral e o seu órgão executivo, o Conselho de Segurança. A primeira, representativa de quase 200 Estados, é uma instituição democrática, mas as suas resoluções somente produzem efeito se referendadas pelo Conselho de Segurança. Ora este, manipulado pelos EUA, com o apoio do Reino Unido e da França, funciona há muito como instrumento da vontade dos três, até porque a Rússia e a China, os outros membros permanentes, não têm exercido o direito de veto, com raríssimas exceções.
Como o senhor vê os protestos e as mobilizações que têm ocorrido em vários países, na chamada Primavera Árabe, na Grécia e nos Estados Unidos? 
Em primeiro lugar é útil esclarecer que a expressão “Primavera Árabe”, muito divulgada pelos governos ocidentais e pela mídia é, por generalizante, fonte de confusão. Os levantamentos populares no Egito e na Tunísia foram espontâneos e inesperados para o imperialismo. Triunfaram ambos, provocando a queda de Hosni Mubarak e de Ben Ali. 
No caso da Tunisia, a vitória de um partido islamista moderado nas recentes eleições não representa um problema para o imperialismo. Tudo indica que as relações dos Estados Unidos e os grandes da União Europeia com Tunis serão cordiais como eram com o governo da ditadura. 
No Egito tudo permanece em aberto, porque o povo não aceitou o governo dos militares comprometidos com o imperialismo e continua a exigir a sua renúncia.
No Bahrein e no Iémen não houve qualquer “primavera”. Washington e os seus aliados abstiveram-se de criticar os regimes que eram alvo dos protestos populares. No tocante ao Bahrein, base da IV Frota da US Navy, os EUA manobraram de modo a que tropas sauditas e dos Emirados do Golfo invadissem o pequeno país e reprimissem com violência as manifestações.
Os protestos populares na Europa e nos Estados Unidos contra regimes de fachada democrática, que na prática são ditaduras da burguesia e do grande capital apresentam também características muito diferenciadas. 
O acampamento inicial dos indignados em Madri funcionou como incentivo a movimentos similares em dezenas de cidades da Europa e dos EUA. Esses jovens sabem o que rejeitam e os motiva a lutar, mas não definem com um mínimo de precisão uma alternativa ao capitalismo. 
Inspirado pelos espanhóis, o acampamento de Manhattan, realizado sob o lema “Ocupem Wall Street”, alarmou a engrenagem do poder. A solidariedade de intelectuais progressistas como Noam Chomsky, Michael Moore e James Petras contribuiu para que o movimento alastrasse a muitas cidades. 
No caso estadunidense, os protestos foram uma surpressa? Como o senhor analisa a reação do governo dos Estados Unidos a estas manifestações? 
A reação da administração Obama foi inicialmente de surpresa. Mas perante a amplitude assumida pelo movimento recorreu a uma repressão brutal. As conseqüências dessa opção foram inversas das esperadas pelo governo. Os acontecimentos de Oakland, na Costa do Pacífico, demonstraram que a contestação é agora dirigida contra a engrenagem capitalista responsável pela crise que afeta 99% dos cidadãos e beneficia a apenas 1% , tema de umslogan que já corre pelo país. A profundidade do descontentamento popular é transparente. Uma certeza: alarma Obama e Wall Street. 
Paralelamente aos protestos espontâneos referidos, desenvolvem-se na Europa outros, promovidos pelos sindicatos e por partidos revolucionários.
A greve geral de novembro, em Portugal, e as grandes manifestações de protesto ali realizadas traduziram não só a condenação de políticas de direita impostas por Bruxelas e a submissão ao imperialismo, com perda de soberania, como a exigência de uma política progressista incompatível com a engrenagem capitalista. 
É sobretudo na Grécia que as massas exprimem em gigantescas e permanentes concentrações populares a sua determinação de lutarem contra o sistema capitalista até a sua destruição Quinze greves gerais num ano, empreendidas sob a direção de uma Frente Popular na qual o papel do Partido Comunista da Grécia é fundamental, os trabalhadores da pátria de Péricles batem-se hoje com heroísmo pela humanidade inteira.
Frente a esse cenário de crise mundial do capitalismo, qual a alternativa para os povos? Como o senhor vê o futuro da Humanidade?
A única alternativa credível à barbárie capitalista é o socialismo. O capitalismo conseguiu superar desde o século 19 sucessivas crises. Desta vez, porém, enfrenta uma crise estrutural para a qual não encontra soluções. Os EUA, polo do sistema que oprime grande parte da humanidade, mostram se incapaze de controlar os colossais défices do orçamento e da balança comercial. Forjaram um tipo de contracultura monstruosa que pretendem impor a todo o planeta. Mas o declínio do seu poder é transparente e irreversível. 
Por si só, as gigantescas reservas de dólares e os títulos do Tesouro norte-americano que a China e o Japão acumularam, estimados aproximadamente em dois mil bilhões de dólares, são esclarecedores da fragilidade da economia dos Estados Unidos, um colosso com pés de barro, hoje o país mais endividado do mundo. 
Sou avesso a profecias de qualquer natureza. Mas creio que o socialismo do futuro terá as cores das sociedades que por ele optarem de acordo com as suas tradições, cultura e peculiaridades de cada uma – um socialismo humanizado que abrirá ao homem a possibilidade de desenvolver todas as suas potencialidades e de se realizar integralmente, liberto das forças que o oprimem há milênios. 
Miguel Urbano Rodrigues é jornalista e escritor português. Redator e chefe de redação de jornais em Portugal antes de se exilar no Brasil, onde foi editorialista principal do jornal O Estado de S. Paulo e editor internacional da revista brasileira Visão. Regressando a Portugal após a Revolução dos Cravos, foi chefe de redação do jornal do Partido Comunista Português (PCP) Avante!, e diretor de O Diário. Foi ainda assistente de História Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, presidente da Assembleia Municipal de Moura, deputado da Assembleia da República pelo PCP entre 1990 e 1995 e deputado da Assembleias Parlamentares do Conselho da Europa e da União da Europa Ocidental, tendo sido membro da comissão política desta última. Tem colaborações publicadas em jornais e revistas de duas dezenas de países da América Latina e da Europa e é autor de mais de uma dezena de livros publicados em Portugal e no Brasil.

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